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a alma da flor

a alma da flor

Pago e aindo tenho de o aturar... ARRE!

22.06.07 | DyDa/Flordeliz

O dia está cinzento, a minha vontade, a minha força e a maneira como me sinto, está ainda mais carregado que a cor do próprio dia.

 

 

Detesto o som do telefone!

 

Porquê?! Não sei!

Trauma? Talvez!

 

Ou será porque me dói a cabeça, não me apetece falar, a voz custa a sair e a paciência está a léguas de distância, e assuntos corriqueiros sejam um sacrifício para quem apenas tem vontade que se esqueçam que: -Esta aqui ainda existe? É do pior!

 

Quando a noite foi uma luta entre a vontade de dormir e a dificuldade em respirar. E quando por fim desfalecemos de cansaço...

O som estridente e repetitivo do aparelho  teima em perturbar o silêncio conseguido ao fim de tanto sacrifício ...

 

E entender? Ou ter capacidade de responder à voz do outro lado da linha que nos solicita o assunto mais idiota do mundo, transformando-o em importância vital de sobrevivência para a humanidade?

 

Bendita ideia, de ainda não terem colocado a porcaria das imagens, na porcaria do aparelho!

 

Maldita ideia a minha, de não tirar o som do aparelho fixo cá de casa!

 

O telemóvel ninguém o ouve! Se quiser fazer cócegas nas pernas durante o dia ainda vá lá, pois de noite fica mudo e quedo aguardando um novo amanhecer.

 

Mandem mensagem carago, assim só as abrimos se nos apetecer, e responder até tem tempo, pois as palavras escritas não perdem validade.

 

 

OK, estou muito chata! Mas afinal, até nem estou a tocar nenhum objecto barulhento nem nada...