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a alma da flor

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Desastre na A-25

24.08.10 | DyDa/Flordeliz

Regresso ao blog com um assunto triste, como o são todas as notícias que falam de morte.

 

Hoje o dia amanheceu cinzento e chuvoso. A chuva miudinha (costumamos dizer por aqui: “molha-tolos”, porque não merece guarda-chuva, no entanto, sem ele acabamos encharcados) lavou pouco e com toda a certeza deixou o piso muito escorregadio.

 

Todos sabemos que, depois de muito tempo sem chover, as estradas ficam perigosas. É o pó acumulado, mais o óleo derramado e ainda a má visibilidade no limpa pára-brisas, além da névoa que normalmente acompanha estas primeiras chuvas.

Não foi pois com grande espanto que ouvi a notícia do desastre na A-25. Mas foi com pesar e preocupação que ouvi o número de viaturas queimadas e as cinco mortes, entre elas a de uma criança e pelo menos 72 feridos registados e a lamentar.

 

Tomei conhecimento deste desastre em primeira mão pela internet. E é sobre isso mesmo que me apetece falar – os comentários à mesma.

 

Há pessoas (serão pessoas?) que conseguem brincar com a desgraça alheia em assuntos tão sérios como morte ou catástrofe!

Tecem comentários piadéticos (tentativas infelizes). Avançam com palpites. Brinca-se… 

Isto, porque qualquer “desgraçado” pode opinar sobre o assunto enviando observações sobre a notícia, deixando ficar ali o seu registo e passando da notícia propriamente dita a uma mera troca de inconveniências e chalaças.

 

Não é a primeira vez que me deparo com estas análises pessoais.

Bem, não é a primeira vez que me sinto irritada com elas.

Hoje, talvez porque esteja em dia não, deixo aqui o meu desagrado à falta de sensibilidade pela desgraça alheia.

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