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a alma da flor

a alma da flor

À conversa com "separada de fresco"

20.07.09 | DyDa/Flordeliz

 

 
Imagem internet
1.       Recebi um telefonema do tio “X”.

 - Onde estás? Tenho urgência em falar contigo. Pode ser agora no sítio “Y” ?

Hummm… Aí vem coisa…
- Tudo bem. Daqui a cinco minutos, estou em sua casa.
- Sabes? Duas pessoas de quem eu gosto muito, vieram a chorar pedir-me que falasse contigo para que não te separasses….
- Ok… Tio, se eu chorar também deixa de me pedir para não me separar? É que se não, não vale a pena continuar a conversa!
2.       Em casa, depois de assinado o divórcio , o pai exigia:
- A partir de hoje quero ver a tua filha a jantar em casa e não em restaurantes e tem de estar em casa antes das dez da noite.
- Como?!... Por acaso já pensou que a mãe sou eu? Que você é meu pai e que não manda nada? Não mandava antes, muito menos vai mandar agora! No entanto, se me pedir com jeitinho para ela jantar aqui em casa, eu até posso pensar sobre o assunto e fazer-lhe a vontade…
3.       Depois das “lamúrias” da mãe, padre da paróquia manda mensagem:
- Andas exorcizada da igreja!
Que raio será “exorcizada”? Deixa-me cá ir ao dicionário!
- Se o senhor padre se preocupasse menos com o decote que levo à missa e mais com o seu trabalho se calhar ainda hoje me encontrava na igreja! (Isto para não lhe dizer que a minha mãe dizia que eu andava metida consigo também – mais uma mensagem destas e já levas).  

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