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a alma da flor

a alma da flor

Insurreição

24.01.09 | DyDa/Flordeliz

Dias que se arrastam lentos e perdidos. Divididos nas horas desperdiçadas no tempo. Nesta tristeza indefinida que aos poucos se apossa e apropria arrastando-o e empurrando-o sobre o precipício do que sente e padece. Derramando-lhe negras sombras de incerteza, abandonando-o à letargia quase moribunda de o deixar desfalecer.

Oh negra e fria alvorada vazia de emoções.... Oh tormento turbulento de melancólicas sensações... Oh alma ensombrada de negrume.... Oh tristeza obstinada que permaneces sem ser apreciada. Solta, desabriga!
Deixa-o tomar o governo da vida que lhe pertence.
 

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