a alma da flor
29
Jun 10

Apetece-me morder em alguém. Como não o posso (nem devo) fazer...resolvi dar umas ferroadas aqui que ninguém está por perto.

Este ano, em Janeiro, choveu como se não fosse haver mais amanhã.

Vai daí, a água inundou durante a noite os anexos onde guardávamos o material de jardim, ferramentas e a lenha e "deve" ter sido este, o motivo (ninguém estava lá para contar como foi) para o curto-circuito numa arca congeladora e a coisa pegar fogo (contra-senso – este de água dar lugar a lume).

Só pela manhã fomos alertados pelos vizinhos para chamar os bombeiros e pôr fim ao incêndio (ó coisa mais assustadora acordar com labaredas a lamber as paredes até ao tecto).

A não ser as paredes exteriores , nada se aproveitou e mesmo essas ficaram como os presuntos dos fumeiros caseiros (falo de cor uma vez que pouco ou nada me lembro de os ver, pois em minha casa nunca vi lareira a lenha).

Junho foi o mês combinado com o empreiteiro para se deitar mãos à obra e remendar o bem sinistrado (sim, há pouco dinheiro, mas pelos vistos há muito que fazer e pelo menos este não tem mãos a medir. Ou é bom trabalhador ou então tem uma bela dose de sorte que o acompanha).

Como em qualquer obra, à entrada dos trabalhadores armou-se cá em casa uma tenda de artefactos e afins para o conserto. Tudo seguia na

normalidade e nem me preocupava muito uma vez que a confusão não passava portas adentro.

Acontece que, um nadinha antes da finalização do anexo até à ideia peregrina de pintar o interior da casa foi menos que o queimar da cabeça de um fósforo.

Má ideia, diga-se. Ó ideia maquiavélica (mesmo se necessária). Fazer obras com habitantes e móveis é do pior!!!…

E foi assim, que a minha sossegadinha e limpinha casinha passou a ser fonte de reboliço.

Móveis em debanda. O ar infestado de produtos não aconselháveis à inalação. Braços e pernas pisados. Imprevistos e contra-tempos, muitos…

Solução de recurso : Algumas noites acampados na sala do piso inferior para ninguém intoxicar.

 

Ó ricas costinhas…

Ó melgas sem convite…

Ó impaciência…

 

Da semana prevista para obras já lá vamos quase num mês e eles continuam a pintar. E a pintar!...E a pintar!...

- Ora, obras (...)!

(Isto para não lhe chamar um nome feio, que não fica bem a ninguém, e muito menos a mim que sou rapariga e a escrever tenho a obrigação e sou bem capaz de me controlar).

 

Desde o início que temos cá o senhor pintor. Homem prendado na arte de caiar, atencioso, cumpridor das suas tarefas, mas…

Nunca há bela sem senão!

É lento (ou serei eu apressada?).

Eu e ele somos que nem cão e gato. Eu quero que ele faça mais que o que ele consegue (ou quer) fazer. Logo, os interesses não convergem.

Ele gosta de pesca. Eu, detesto. Não acho piada picar a boca aos peixes, para depois os deixar de novo no rio, de beiços rebentados pelos anzóis, para logo na semana seguinte repetir o “raio” da brincadeira.

 

E depois isto era atenuado se o moçoilo fosse parecido com o da publicidade à Coca-Cola Light…

Mas não!

Não me faz subir a correr as escadas para o ver fazer a pausa do lanche das 16h30. Nem o coração palpita. A não ser de stress de o ver fazer mimos com o rolo na parede.

Passa o dia todo a ouvir rádio (hello!!! tu aí!... a casa é minha, gosto de escolher as músicas).

Já pensei colocar o leitor de cd´s com umas músicas mais mexidas a ver se a coisa acelera.

A minha felicidade é às 18h00. Saber que a casa, mesmo empoeirada e malcheirosa, é só minha e da minha família.

 

Todas estas lamechiches para dizer: Xô! Xô! Xô!

Estou fartaaaaaaaaaaaaaaaaaa de ter a casa em obras! Nuncaaaa mais acabaaaaaaaaaa!!!

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 08:00
18
Jun 10

Recebi este email com o seguinte título

 

"Fazer amor depois de tantos anos de casamento: trabalho ou prazer..." 

O Presidente de certa empresa, casado há 25 anos, está com uma grande
dúvida: fazer amor com a própria mulher, depois de tanto tempo de casamento,
é trabalho ou prazer?

Na dúvida, ligou ao Director-Geral e perguntou.

Por sua vez, o Director ligou ao Sub-Director e fez a mesma pergunta.

O Sub-Director ligou ao Gerente e fez a mesma pergunta.

E assim se seguiu a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector
Jurídico e o Advogado perguntou, como é normal, ao Estagiário que estava
todo atarefado a fazer mil coisas ao mesmo tempo:
- Rapaz, quando o Presidente da Empresa faz amor com a mulher dele é
trabalho ou prazer?
- É prazer, Doutor ! - respondeu prontamente o estagiário.
- Como é que você pode responder a isso com tanta segurança e rapidez??

... se fosse trabalho, já me tinham mandado a mim!

 

BOM FIM-DE-SEMANA!

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 11:49
tags:
09
Jun 10

Imagem retirada da internet

 

Diariamente somos bombardeados com notícias sobre o Mundial de Futebol e a Nossa Selecção. Nós por cá, vamos brincando e tentando acertar no tema ou no jogador eleito para abertura do telejornal e dos blocos informativos. Já para não falar dos intervalos em que levamos com publicidade, vuvuzelas, e mais, muito mais…e do mesmo. Cá em casa, já não há pachorra para a repetição e falta de assunto (sim ele esgota!) com que enchem o espaço televisivo, repetindo até à exaustão que Portugal venceu por 3-0. Que o Cristiano continua sem marcar. Que o Nani passou a bestial depois de se lesionar e ainda que a nossa Selecção tem pouco valor, joga mal, mas que devemos ter fé e acreditar que milagres existem e um santinho qualquer Africano (que se esquece de zelar pelo bem estar do seu povo) vai estar de olhos em nós, dando-nos engenho e arte para bem dominar o esférico que é traiçoeiro ( mas que é o que foi atribuído a este campeonato e é com ele que todos têm de jogar). Nós por cá… não conseguimos (por mais que nos esforcemos) deixar de esboçar um olhar e trejeitos de tédio com a imagem e discurso insípido e maçudo do senhor treinador Carlos Queirós, almejando que este treinador consiga incutir às suas palestras um tom menos monocórdico de forma a conseguir animar pelo menos o seu grupo de trabalho ( uma vez que nós já não temos vontade nem paciência para o ver aparecer sequer) “Ai Gat´a Filingue Uhh-Uhh”. É já com imensa saudade que lembramos o sentido de humor e as piadas de mister Scolari mais sua Senhora de Caravaggio. A forma afagada de falar dos “mininos qui difendem” a nossa camisola e do discurso que nos fazia vibrar e esboçar um sorriso por ser português e nos espicaçava a vontade de colocar em cada janela a bandeira vermelha e verde a balançar ao vento. Mesmo que fosse comprada na lojinha do chinês e o verde fosse maior que o vermelho da bandeira original. Haja ao menos uns mânfios (Africanos) corajosos para desviar as atenções sobre os jogadores roubando os jornalistas e animando um pouco o reportório informativo desde campeonato do Mundo de Futebol 2010.

03
Jun 10

Fiz uma limpeza à aparência do blogue acreditando que o culpado era o figurino.

Uns retoques de maquilhagem aqui, uma limadela acolá, e...

Afinal, a vontade de por aqui andar, ou escrever, continua pouca ou mesmo nenhuma.

 

Há quem lhe chame falta de inspiração.

 

Não me apetece catalogar a "maleita".

 

Virei. Quando e se me apetecer. 

 

Para obrigação, basta o despertador pela manhã e dormir ao fim do dia.

 

Abraço

publicado por DyDa/Flordeliz às 00:00
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Amiga, será que se desagregou mesmo???Desejo que a...
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