a alma da flor
25
Mai 09

Fui lendo e mais tarde ouvindo a notícia sobre a professora do 2º ciclo que nas aulas descrevia actos sexuais e orgias praticados na sua vida pessoal. Esta senhora foi rotulada como desequilibrada, mal formada, e que não havia enquadramento lógico para o tema na sua disciplina – HISTÓRIA.

Circulou nos meios de comunicação social e na internet uma gravação onde se ouvia a docente a vociferar alarvidades e ameaças pessoais aos alunos. Lançava aos sete ventos a sua formação académica menosprezando a inteligência de quem não tivesse as mesmas habilitações, no caso, uma encarregada de educação.

Confesso que depois de escutar a conversa, monólogo, achei o título da notícia no mínimo desajustado.
Despertou-me a curiosidade. Fiquei a pensar o que lhe teria provocado tamanha fúria?! Normalmente, não berramos nem nos justificamos sem motivo. Outra coisa não menos estranha era a gravação, esta realizada por alunos muito jovens, na sala de aulas…
Tive acesso agora como muitos de vós, à que parece ser a gravação integral da aula. Não vou desculpar as inconveniências, a falta de bom senso da professora e as palavras que disse. “As palavras são como as pedras, depois de atiradas…”
No entanto, penso que os problemas não devem ser resolvidos com escutas ou gravações escondidas por crianças. Compete aos pais alertar e à escola agir. E se assim não é, isso é que está errado e é isto que é preciso mudar!
Quero acreditar que depois de toda esta confusão e depois de ouvidos os intervenientes, deverá ser punido quem na verdade tiver culpa.
Mas… há gente que ficará impune. O jornalismo sensacionalista. Aquele que se preocupa em mostrar só um dos lados da moeda. Os títulos que fazem manchete para produzir impacto, manipulando a opinião pública que na maioria das vezes apenas escuta estas primeiras frases chocantes, e em vez de informada fica desinformada.
Para mim que ouvi as duas versões, isto não passa de um litígio entre a docente, alguns alunos e os seus encarregados de educação com posterior aproveitamento do tema – SEXO E ORGIAS.
- Senti-me enganada!...
15
Mai 09

Quando a mulher tem um registo de propriedade (uso e abuso) dos pais e passa a ter mais um registo de propriedade do marido quando se casa!

 

É constrangedor constatar como o ser humano se pode tornar rancoroso, prepotente, autoritário e manipulador, além de, maquiavélico e vingativo.

Há pessoas que se convencem que podem fazer prevalecer a sua vontade, mesmo que isso, seja o inferno ou a infelicidade para quem com convive ou partilha uma vida.

Qual o direito que assiste a um pai (mãe) bater numa filha casada, porque esta decidiu separar-se do marido?

Porque tomam partido por alguém (genro) que nem é da sua família, chantageando, insultando e ameaçando a própria filha?

Porque usam os netos para forçar a reconciliação entre o casal?

Como pode um casamento obrigado ser sinónimo de vida conjugal ou felicidade?

Como se podem sentir bem e em paz com eles mesmos, ao saberem que a sua única filha, é prisioneira de vontades que não lhes pertence?

Qual o contentamento ou satisfação do marido ao saber que a sua esposa não o ama e que apenas com ele convive, porque a isso é forçada?

Onde fica o respeito deste marido, onde anda o amor-próprio? Onde pára a dignidade? Onde?

Não julgo razões entre o casal!

Quem tem culpa? … Quem falhou? …Quem tem de ceder? …

Compete ao casal encontrar a solução. Se ficam juntos. Se ficam separados. Só a eles e nunca a pais ou familiares.

Nunca com recurso à violência física, à humilhação ou ao cativeiro.

Pensamos que certas “coisas” só acontecem aos outros, ou então, em filmes!

Eu acredito que muitos divórcios ou separações são causadas por motivos alheios ao próprio casal. Que muitas vezes a separação por algum tempo poderia ser a oportunidade para de cabeça fria, ponderar, amadurecer, sentir saudades e até crescer interiormente.

Talvez até muitas das situações pudessem ser remediáveis ou mesmo ultrapassáveis se apenas e só, as partes interessadas fizessem parte deste desacerto.

Mas, isto é o que eu gostaria... Na verdade, não é o que acontece, e tenho pena, muita pena!...

publicado por DyDa/Flordeliz às 16:53
15
Mai 09

Por norma costumo pedir à minha médica de família, quando vou à consulta de rotina, receita de um medicamento que tomo há imenso tempo.

Quando esta se acaba, e porque não compensa monetariamente não só pagar a taxa moderadora mas fundamentalmente deixar de trabalhar, vou à farmácia comprar nova embalagem, e sempre a levantei sem qualquer contestação de qualquer farmacêutico.
Sábado, ao reparar na caixa vazia em cima do balcão, ocorreu-me mandar mensagem ao meu marido para fazer o favor de comprar uma nova.
Sendo ele um homem prático e porque estava na padaria resolveu não perder tempo a ir à cidade e entrou na farmácia cá da aldeia.
Pediu o medicamento e a senhora doutora que o atendeu perguntou-lhe se era habitual tomar estes comprimidos, ao que ele respondeu afirmativamente, reforçando que eu os tomava há “uma data de tempo”.
A senhora retorquiu então que aquele medicamento carecia de receita médica, mas como era uma pessoa “conhecida” ia dar-lhe o medicamento.
Consumado o acto da venda, e após ter recebido o troco da transacção efectuada, solicitou o respectivo comprovativo do pagamento.
Qual não foi o seu espanto quando a informação recebida foi a de que por não poderem vender sem receita, não podiam emitir recibo.
Naturalmente a justificação não o convenceu, e perguntou se falava a sério, obtendo a mesma resposta: sem receita não posso emitir recibo!
Conta ele que ficou a olhar para a farmacêutica sem acreditar se estava a perceber bem?!…
Mas, refeito da surpresa e da bizarra informação respondeu: A senhora vendeu-me o medicamento sem receita. A prova é que tenho o medicamento em meu poder. Aceitou o meu dinheiro, aliás ainda aqui está o troco. E agora diz-me que não emite o recibo? Tem a certeza do que está a tentar dizer? É que se tem, eu posso igualmente fazer valer os meus direitos. Posso até pedir já o livro de reclamações, porque isto, é uma ilegalidade. Se era obrigatório a receita dizia que não me vendia o medicamento e eu ia embora, não lhe pedi favor nenhum!
E sem lhe dar tempo de responder, disse de seguida: Mas sabe! Hoje não estou para me aborrecer, não me apetece. Portanto vai voltar a dar-me o meu dinheiro e ficar com o medicamento, porque quem não o quer agora sou eu!
Enquanto me ia contando o episódio, fiquei a olhar espantada pela situação e com ele.
E ela, que te respondeu?
- Nada. Deu-me o dinheiro e eu virei costas!
Então fiquei sem medicamento?
- Não. Claro que não mulher! Deu-me mais trabalho e perdi mais tempo em ir à cidade mas aqui está o medicamento e o recibo. Onde já se viu uma coisa destas?

Desapareceu da cozinha a sorrir e eu fiquei a pensar: Neste País anda tudo a ficar maluco! Até o meu marido (homem pacato) já faz ameaças?! E até nas farmácias se foge a facturar? Como darão baixa dos stocks? Este Portugal anda mesmo virado do avesso!...

publicado por DyDa/Flordeliz às 11:39
12
Mai 09

Comecei por fazer parte das estatísticas dos trabalhadores activos bastante jovem. Comparando com a idade actual do meu filho nesta altura já lhe levava uns anitos de vantagem.

 

Como recompensa, a minha mãe, para me manter animada, no final de cada mês retirava da minha féria uma ou duas notas de mil, fazendo-me gerir a arte de amealhar. A verdade é que mesmo não sendo muito, e dado que não havia muito onde o gastar, o montinho devagarinho lá se ia multiplicando e, sendo de pouca monta até me fazia feliz.
Por essa época, começaram a aparecer umas vendedoras que, transportadas em carrinhas, eram distribuídas pela aldeia, tendo como missão vender porta a porta, com objectivos de venda bem definidos a serem alcançados até ao final do mês e assim garantirem o ordenado. Eram loiças, panelas, copos e um sem fim de coisas em catálogos. Com a ânsia e a necessidade de os atingir, algumas passavam o limite do razoável impingindo até enciclopédias a velhinhos - os pobres diabos nem sabiam ler nem escrever.
A minha mãe nunca gostou muito deste tipo de compras e, francamente, a mim também não me agradava muito o tempo que nos faziam perder, pois quando não conseguiam vender, muitas das vezes contavam histórias do arco-da-velha para conseguirem o negócio (outras até se tornavam indelicadas, mas adiante…).
Um dia, porque a vendedora era persistente, ou porque o artigo me encantou, lá me deixei aliciar por uma peça em marfinite (dizia ela que era) - um menino solitário. O preço era exorbitante, especialmente para a minha carteira, a minha mãe tentava por todos os meios demover-me da ideia, mas ou porque as minhas colegas tinham comprado (e nisso eles eram bons, mostrando inclusivé o contrato com o nome de quem comprou, para nos fazer comprar também) ou eu tinha-me encantado pela peça e assim fiz a compra do meu primeiro presente.
Ainda hoje o mantenho. Afinal custou-me mexer nas minhas parcas economias e é uma lembrança que guardo com enorme estimação quer da minha juventude, quer da minha teimosia, além de continuar a gostar de olhar para o menino.
A peça tem um ar tristonho. O menino parece sempre infeliz. Há uns dias pareceu-me ainda mais infeliz que o costume. Olhei-o com atenção e como o vi encostado com a cabeça tombada sobre a parede, deduzi, ter descoberto o motivo de tamanha tristeza, indo prontamente colocar o pobrezinho em posição mais confortável, ou seja, de pé.
Mas de pé só consegui alinhar o corpo. A cabeça, essa tinha sido decapitada e rolou sobre o móvel, fazendo um enorme estardalhaço e grande mossa no aparador. Fiquei a olhar para ele a pensar: quem raio lhe poderia querer tanto mal uma vez que o pobre coitado não fazia mal a ninguém?
Não tive outra solução se não uma operação cirúrgica à base de esguichadelas de super-cola, ficando assim a pertencer “o meu menino” a mais uma obra “deficiente” que mantenho cá em casa, pedindo a todos os santinhos que a “Maria limpeza” não se lembre de lhe arrancar mais nada, a ele ou a outra coisa!....
publicado por DyDa/Flordeliz às 21:19
11
Mai 09

Marta e Matilde eram as gémeas filhas, da minha tia Cassilda. Nasceram prematuras e na época foi um acto quase milagroso “safarem-se”, contava a família sempre que se falava no pouco peso com que nasceram (pouco mais de 500 gramas). Apesar de serem um pouco mais novas que eu, sempre convivemos juntas, em especial, na época em que todas praticávamos o mesmo desporto - atletismo. E se laços familiares nos uniam, também os de partilha e companheirismo nos faziam ainda mais conviver.

 

Continuaram pela vida fora com um ar frágil e delicado, mas a correr eram velozes, sendo justamente a mais franzina quem detinha a perna mais ligeira, deixando nas suas costas raparigas mais robustas.
Assim fomos crescendo, alternando momentos de alegria e euforia, com algumas prestações menos felizes.
Talvez por ser a mais velha, lá chegou a minha hora de unir “os trapinhos” e, como primas e amigas elas faziam parte da lista de convidados da boda.
Como o dinheiro não sobejava, mas não querendo deixar a data sem presente, uniram as poupanças e ofereceram-me um “adorno”: uma Senhora com um menino ao colo.
Nunca fui muito ligada a figuras religiosas. Mas uma mãe com um filho é uma imagem cheia de ternura. E com o gesto das minhas primas a prenda ganhou um carinho especial. Por isso, ainda preservo a peça, nunca me tendo passado pela ideia desfazer-me dela.
Certo dia achei que o pó lhe estava a denegrir a imagem e achei que um banho lhe alindaria de novo as cores. Do pensamento à acção, logo meti mãos à obra.
Fiz? Não. Tentei! Ao pegar nas mãos da Senhora fiquei com elas entre as minhas e o menino saltou-lhe do regaço, rolando até junto dos meus pés (pobre criança). Por momentos fiquei com um ar aparvalhado a pensar que mal lhe havia eu feito.
Entendi! Eu, nada! Mas a “Maria limpeza”, sim! Essa, tinha feito patifaria e deixou a Senhora direitinha à espera que se desse o milagre da soldadura. Nada que um pouco de super-cola não lhe resolvesse a situação (com algumas mazelas), devolvendo as mãos ao acto de oração, rodeadas agora com um terço e o menino de novo ao colinho.
Minha pobre Senhora, que nem tu escapas à voracidade das limpezas.

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 18:47
10
Mai 09

 

 A menina (não gosto do nome empregada) que faz a limpeza cá em casa é uma pessoa especial. Mãe de dois petizes, um de quatro tenros anos e uma catraia que frequenta este ano o 2º ciclo.

Empurra a vida com garra de leoa defendendo as suas crias e o seu clã. Aproveita cada músculo do seu corpo e do seu tempo para aqui, acolá ou mesmo com mãos de artesã amealhar mais uns euros e com isso proporcionar uma vida melhor que o parco ordenado da fábrica não lho permitiria.

Gosto dela! Sei que é atenciosa comigo e sempre disponível a fazer-me as vontades. Muitas vezes sou surpreendida com pequenos mimos e carinhos, um bolo, uma sobremesa, ou algo mais feito pelas suas mãos…

Nunca preciso de lhe “alumiar” o serviço. Sabe o que tem a fazer e toma a iniciativa das tarefas.

Mas, com tanto predicado o “artigo” tinha de vir com algum defeito,  para poder ficar uma mulher de limpeza completa. E esta não foge à regra!

Quando começa a falar é como as crianças a brincar – dá vontade de se lhe tirar as pilhas. Por norma tento escapar-me antes do rol das suas lamúrias começarem.

Há coisas de que gosto muito na minha casa, foram compradas com gosto e sacrifício. Há peças de roupa que também gosto muito e é por isso que as comprei.

O que eu gosto muito pouco é de entrar em casa e ver os móveis trocados de lugar. Gosto de os rever exactamente no sítio onde os deixei quando virei a última vez as costas ao sair de casa.   Mas ela não pensa assim e de vez em quando deve fartar-se de limpar as coisas no mesmo sítio.

Esta “Maria” de vez em quando e porque a pressa não é boa conselheira, os objectos escapam-se-lhe da mão, ficando depois com cara de quem não teve culpinha nenhuma, foram eles que lhe fugiram -  os malvados!

Esta semana, finalizado o seu serviço e porque eu não estava em casa fez a gentileza (pouca sorte a minha) de enfiar os “farrapos” em lixívia dentro da máquina, isso, e a minha camisolinha cor-de-rosa que combinava lindamente com uma blusa de aplicações na mesma cor e na mesma tonalidade.

Pois!…Fiquei com uma “nova” camisola, tipo girafa, malhadinha mas de cores suaves.

Deixo o resultado final desta nova e artística forma de presente e uma vontade enorme de trepar pelas paredes.

Devem pensar: Que vai fazer ela à empregada quando a encontrar na próxima semana?

Nada! Nadinha mesmo!

Ela diria: Se calhar a camisola estava dentro da máquina, não fui eu que a meti!...

 

 

 
publicado por DyDa/Flordeliz às 20:20
08
Mai 09

Sábado o dia estava quente e resolvemos fazer o percurso turístico de autocarro visitando a cidade do Porto.

Escolhemos a linha amarela entrando na paragem da Estação de S. Bento, até à zona do Infante bem junto ao rio Douro. Percorremos toda a marginal em direcção à Foz, seguindo depois até Matosinhos e Leça. No regresso, ao passar pelo Castelo do Queijo subimos a Avenida da Boavista, fomos pela Praça da República e o Bolhão até que chegamos à Avenida dos Aliados.
Além das explicações disponibilizadas pela gravação sobre os locais com mais história e interesse turístico, fomos acompanhados pela música “Rosa Vermelha”, que me pareceu na voz de Anabela.
De início achei uma música agradável e bem escolhida (afinal quem usa mais estes percursos são os turistas estrangeiros) ao estilo português mas, para quem a escuta durante duas horas seguidas passa a ser "dose" maçadora, bem mas isto sou eu a dizer - haja paciência e gosto!...
Quanto ao percurso apesar de conhecer todos os locais, o facto de ter um “guia nas orelhas”, a vista panorâmica ser alta e não ter de prestar atenção ao trânsito – vale a pena!
Já agora, porque ainda me lembro da última vez que estive em Lisboa em 2007 e também fiz um percurso idêntico, a música era exactamente "Rosa Vermelha".
Será que... Não há outra?... Ou tive azar e “tocou-me” a mesma?!
 
Deixo a minha sugestão - Rui Veloso - "Porto sentido"  pensando que não, até calhava muito bem!
 
Trago uma rosa vermelha
Aberta dentro do peito
Já não sei se é comigo
Se é contigo que eu me deito.
A minha rosa vermelha
Mais parece uma romã
Pois quando aberta de noite
Não se fecha de manhã
Trago uma rosa vermelha
Na minha boca encarnada
Quem me dera ser abelha
Na tua boca fechada
Trago uma rosa vermelha
Não preciso de mais nada.
Pus uma rosa vermelha
Na fogueira do teu rosto
Mereço ser condenada
Por crime de fogo posto.
Trago uma rosa vermelha
Que é minha condenação
Condenada a vida inteira
À fogueira da paixão
Trago uma rosa vermelha
Atrevida e perfumada
É uma rosa vaidosa
A minha rosa encarnada
Trago uma rosa vermelha
Não preciso de mais nada.
Um original de: Amália Rodrigues
publicado por DyDa/Flordeliz às 20:41
01
Mai 09

Claro que a minha mãe não vai passar por aqui.

 

Mas se passar um(a) filho(a) quem sabe não se lembra da mãe?

E um telefonema, um olá, um como estás? Pode saber tão bem!...

 

FELIZ DIA a todos os TRABALHADORES  (esta palavra este ano não soa nada bem!) e a todas as MÃES.

Para quem tiver a sorte do FIM-DE-SEMANA ser prolongado, que o tempo melhore, que isto por aqui anda farrusco demais.

publicado por DyDa/Flordeliz às 01:40
Maio 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
13
14
16
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30
31
subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
Histats.com © 2005-2010 Privacy Policy - Terms Of Use - Powered By Histats
últ. comentários
Sim, muito sinceramente, agora as coisas estão bem...
Não lamentes.Não se perdeu grande coisa.Agora muit...
Lamento que tenhas este blogue abandonado...
É muito mais frequente do que parece este tipo de ...
Olá, bem-vinda.Óbvio que temos de ser cuidadosos. ...
Pois, os acidentes acontecem.BFDS
Nunca ninguém pode dizer que não lhe acontece.Todo...
Totalmente de acordo. Não sou mãe, mas entendo que...
Flor, não quis ser intrometida, mas sabendo que es...
Calma Miilay, não se preocupe eu estou bem. Juro.O...
Amiga, será que se desagregou mesmo???Desejo que a...
Momentos...Agarremos os que são bons, os outros......
Na vida nada é eterno ...Até uma boa música ou um ...
Paciente? Eu de facto vou algumas vezes ao médico....
Amigo, és um paciente.Haja pachorra para aturar as...