a alma da flor
28
Dez 08

Resposta ao desafio que a amiga “CLOUDY” me lançou.

Desta vez quer saber quais são as SETE COISAS QUE PARA MIM NÃO TÊM PREÇO: 

 
Família – Preciso do meu porto de abrigo. Do abraço que me acolhe em dias de tempestade. De sentir que estão bem.
Amizade – Que seja sempre um desejo e não uma imposição.
Saúde – Para que a vida não seja uma cruz muito difícil de suportar.
Independência – Todo o ser humano deveria ser capaz de sobreviver pelos seus próprios meios sem depender de esmolas ou sobejos de atenção.
Ser autónomo – O meu maior medo na vida é a de um dia ficar dependente fisicamente.
Respeito – Respeitar o vizinho (todos, mesmo os que desconheço) para que nenhum tenha o direito de agir de forma diferente comigo.
A vida – Enquanto for vivida com dignidade, me der prazer ou me fizer sorrir de quando em vez.
E agora devia passar a mais sete amigos, mas...
Façam o favor de se servirem quem achar por bem e quiser responder.
Beijinho!
 
publicado por DyDa/Flordeliz às 01:04
sinto-me: Desafiada
27
Dez 08

 

Sei que o filme não tem qualidade, pois além de não ter jeito  para a realização  foi feito com uma pequena máquina fotográfica "Nikon Coolpix S500"   por brincadeira.

Mas, como não é todos os dias que vejo nevar, apeteceu-me partilhar um pouco dessas imagens para quem não pôde apreciar pessoalmente a neve deste Inverno.

 

Este registo (pequena tentativa) foi feito na viagem de regresso de Vila Pouca de Aguiar para Ribeira de Pena, nas fraldas da Serra do Alvão.

publicado por DyDa/Flordeliz às 23:55
sinto-me: de olhos a brilhar...
27
Dez 08

 Enquanto lia o blogue da Beta ia pensando como ela tem razão…

  
Hoje tive a infeliz ideia de dar um fugida (pensava eu que era ir e vir!...) ao NorteShopping à Fnac, para trocar um aparelho que o meu filho, carinhosamente, me ofereceu como prenda de menino Jesus (sim porque esta história de prendas inverte-se a partir de certa idade!...) e que vinha com defeito.
Perdi mais de uma hora para fazer a devolução! Aliás, tive a impressão ver mais gente dentro da loja hoje, do que antes do dia de Natal. E ele eram trocas, defeitos, vales de oferta ...Sei lá eu que mais, tamanha era a confusão de gente (bem sei que vinha a família completa: pai, mãe, tios, sobrinhos, cão, gato…) 
 
Como a tarde estava perdida, passei na Vodafone pois já tinha recebido há uns dias uma mensagem a avisar que o aparelho estava pronto para entrega.
Well...Welll...Well... Lá perdi eu mais de uma hora de novo e a tarde, foi-se!
 
Estava muita, muita, mas mesmo MUITA gente!
Acho que grande parte das famílias recebeu telemóveis de prenda de Natal. Quer dizer, isso e sapatos novos. E passo a explicar.
Enquanto esperava a minha vez, e dado que o aparelho de contagem dos números andou pachorrentamente desde o 52 (emperrando de vez no 63) e parecia que se recusava a chegar ao 64, eu ia apontando mentalmente os sapatos, as botas, as sapatilhas em primeira mão, brilhantes, que me iam passando em frente aos olhos.
E baixinho, conforme cruzavam o meu ângulo de visão, eu lá ia contando:
1 - sapatos novos - menino Jesus;
2- botas de cano alto em verniz - menino Jesus;
3- botas de camurça - menino Jesus;
4 – sapatilha de homem Adidas – menino Jesus;
4 – bota de homem Replay…Hummm…Replay? – menino Jesus “Rico!”;
5, 6….25- menino Jesus…menino Jesus…menino Jesus!...
Ups!
Afinal as lojas de sapatos também fizeram um bom negócio com o menino Jesus!
 
Porque o melhor do mundo são: AS CRIANÇAS!

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 01:50
sinto-me:
23
Dez 08

É Natal!

Época de contos de fadas e princesas de final feliz.

Que pena a realidade não ter sempre o final que desejamos, porque este, é o conto na primeira pessoa da vida real, de alguém real, que não deseja o final que a vida lhe reservou.

E esta mulher "algumas" vezes ainda sonha que um dia poderá vir a ser feliz!...

 

Chamo-me Mónica e tenho Psoríase desde os três anos. Sofri muito, bem como os meus pais, até descobrirem que tipo de doença era. Agora tenho 30 a minha doença e a história vão continuar até ao fim dos meus dias.

 

Sou uma pessoa muito carente. Filha única e, talvez também por isso, sinto uma enorme necessidade de carinho, afecto e atenção. Ou então, talvez porque me refugio nos que me aceitam e amam sem olhar ao meu aspecto.

 

Já muitos são os anos que sofro com esta doença. Os seus problemas, o seu aspecto inestético, as dores que me incomodam e apoquentam, mas principalmente a falta de organização para uma solução e muito menos um fio de esperança na cura.
Sonho que um dia alguém nos ajude e olhe para nós. Porque, mesmo não havendo soluções de medicação, há tratamentos de estética que, para a Psoríase, são muito importantes. Só que por serem específicos para esse fim “estético” são muito caros e não temos a possibilidade de os fazer. Pelo menos eu não tenho! Por isso me lamento, porque não encontro solução e vou transmitindo a desilusão do que sinto para o papel.
Estou farta de sofrer. Cansada de sentir que ninguém se interessa por mim, tal como muitos outros como eu.
É preciso agir, fazer alguma coisa! Ajudem-nos porque Nós também somos doentes crónicos!
Chamam-lhe doença para logo depois, na hora de fazerem o tratamento, afinal, lhe chamarem “estética” por ser dispendiosa financeiramente!
Já ouvi da boca do médico: Há casos piores!... É verdade. Cada um tem o seu fardo, mas este é demasiado pesado para o longo caminho em que me ando a arrastar!
Somos revoltados com a sociedade pois sentimo-nos diferentes. Ou pelo menos, é como nos tratam. Sofremos depressões muito graves, porque uma doença leva sempre a outra. Não é fácil encarar o espelho. Não é fácil ver as pessoas a desviarem-se de nós, fugirem de nós ou a afastarem-se com medo de contágio. Até porque, a informação sobre a doença também é escassa. Por isso tentamos esconder o nosso corpo para não chocar ou alertar quem passa.
O sofrimento está presente diariamente. Não consigo minorá-lo financeiramente. Estou debilitada fisicamente, já para não falar na revolta que a cada momento me derruba e me faz sentir deprimida e com dores agravadas por Cefaleias de Tensão Crónica no fim de contas, sofro de depressão constante, pois não me consigo olhar ao espelho. Não consigo aceitar a imagem que o espelho devolve. Não consigo aceitar a doença! Não consigo ser diferente, ou pelo menos, tentar pensar diferente!
A Psoríase sempre fez parte da minha vida. E com isso sofri pelos complexos de uma sociedade mal formada e sem informação, que vive de aparências, fazendo questão de que nós (psoriáticos) pensemos que não somos nada nesta vida, levando-nos por vezes a cometer actos de loucura e, por fim, a tentativas de suicídio. Eu penso e sinto assim! Acredito que a maior parte pensa da mesma forma. Não somos bem vistos, nem a nível profissional ou a nível pessoal e intelectual. Somos discriminados pela nossa aparência,  se as lesões forem visíveis e não for possível escondê-las com roupa, que é o que a maior parte de nós faz.
O ser Humano é somente “Ser”. Falta-lhe dar sentido ao “Humano”, com a bondade e a partilha de sentimentos. Muitos preferem o donativo àquele “coitadinho”, como pura descarga de consciência, no lugar de uma palavra de conforto ou atenção.  Mas a segunda é que é verdadeiramente importante. (Faz mais falta um ombro, que uma “mãozinha”)...
 
publicado por DyDa/Flordeliz às 01:42
sinto-me: é impossível ficar indiferente
20
Dez 08

 

Se é Natal, "bora" lá a viver a época...

e já agora coloque-se um sorriso.

Afinal todos ficamos mais bonitos a sorrir

e o Natal agradece!

 

FELIZ NATAL

publicado por DyDa/Flordeliz às 13:49
17
Dez 08

Porque anda um pouquinho

abandonado este meu cantinho

deixo um miminho

para quem aqui entrar

publicado por DyDa/Flordeliz às 02:17
12
Dez 08

 

Acabei por me alongar e resolvi dar a minha opinião  ao teu post  no meu cantinho.

 

Caro Jorge!

 

Se tudo fosse assim tão simples de entender ou explicar, acho que ninguém precisava de DEUS.
Eu, tu e a grande maioria das pessoas que te lêem, passámos pela catequese e por todas essas fases de aprendizagem que mencionas.
A maioria de nós, em determinada altura da vida, também questionou, teve dúvidas e desvendou as contradições que nos impingiram. Fossem os nossos pai ou quem “administra” a religião.
Há muitas coisas que não fazem sentido. E então, quando chegamos à escola e os professores nos dizem que descendemos do macaco (quando há pouco tempo ouvimos o padre e o catequista a dizer que éramos descendentes de Adão e Eva e que DEUS era o nosso Pai), é difícil ficar indiferente. É uma fase estranha na vida de qualquer pessoa e passamos a colocar em causa os ensinamentos fantasiosos em que nos fizeram acreditar.
Muitas coisas estão erradas na religião. Mas, colocando de parte Deus que é dono e patrono do Universo (o que a mim pouco importa, saber se existe ou deixa de existir), há ensinamentos (mandamentos dizem eles!) que não fazem mal a ninguém escutar, interiorizar e, acima de tudo, cumprir. Não por adoração a DEUS, mas por respeito para com o seu semelhante. Amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a nós mesmos! Não matar! Não roubar! Respeitar as coisas alheias! Matar e saciar a fome! E outras…
Como qualquer sistema, a religião também tem as suas lacunas (muitas pensas tu, e com razão!) e não é perfeita. Mas também não é obrigatório. E só vai à Igreja quem quer. Só acredita e tem fé quem quer, precisa ou sente necessidade que alguma coisa a empurre para seguir em frente. Ou mesmo por hábito… Sim é um hábito, como ir ao café ou outro sítio qualquer.
Não acho que estejam erradas as pessoas que se agarram a Deus como muleta, como amparo. Se eu estou doente, se preciso de alguma energia porque me sinto a fraquejar, posso pedir ajuda ao psicólogo ou ao psiquiatra. É uma solução, mas não é a única! Posso procurar sozinha (ou com ajuda de familiares) a força interior e eu mesma encontrar o caminho e posso chamar-lhe DEUS. Fará diferença a alguém que quem me ajuda é Deus? Ou tenho de ter vergonha e dizer que quem me ajudou foi o Dr. António Farrusco, ou o Dr. Leopoldino da Silva, só porque é ele que me escuta e no fim lhe pago a consulta?...
Talvez o Deus menino não tenha nascido em Belém, talvez Jesus Cristo não tenha habitado este planeta, talvez não haja Nossa Senhora, nem S. José… Para mim o importante é a mensagem transmitida de bondade e entrega. A capacidade de amar e ensinar a viver em sociedade, respeitando os desfavorecidos e incutindo valores de bondade. O resto…
E agora perguntas: Acreditas em Deus?
Eu respondo: Não, Jorge! Acredito naquilo que consigo sentir, ver e tocar. Pode ser o Sol a sorrir, a Lua quando me ilumina, ou a chuva quando rega os campos secos no Verão.
Mas não penso que o meu vizinho está errado e faz mal quando vai à missa ou quando paga as promessas que fez, nem quando passo em Fátima e vejo a multidão em oração com a sua fé no seu “Deus”.

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 17:21
sinto-me: a tentar pensar...
12
Dez 08

É óptimo ter a iluminação dos candeeiros à noite. Pena não nos poderem aquecer, até!...

 

 

Mas... há algo neste tipo de empreitadas públicas (camarárias, EDP, Indaqua, etc.) que me confunde...
 
Olhando para imagem,  vemos um trabalhador pendurado numa escada a segurar, com ambas as mãos um enorme candeeiro para colocar em cima das lâmpadas - Até aqui, tudo normal!
Em baixo, vemos outro trabalhador, de mãos, nas ilhargas, olhando muito atento e concentrado para o que o colega está a fazer. De acordo com as "normas" de trabalho que vemos ser praticadas por estes trabalhadores, continua exactamente tudo nos conformes!
Já reparei que este tipo de "piquetes" é formado por mais que um elemento. Faz-me um pouco de confusão ver que, no final de contas, trabalha apenas um de cada vez. Talvez, porque assim o trabalho rende mais tempo... Não sei! E também não sei porque é que o que está em baixo não segura a escada por exemplo. Talvez para o que lá está pendurado, se cair se magoe sozinho, para não serem dois sinistrados de uma só vez (é que os acidentes de trabalho dão imensos prejuízos!). Talvez sejam as normas de segurança e assim esteja determinado por ordem superior.
 
Eu fico sempre com a minha dúvida quando me cruzo com o "dumper" da Câmara. Normalmente anda carregado com 5 funcionários. Habitualmente estaciona perto de um qualquer buraco a jorrar água. E geralmente ficam todos a olhar para ele, à espera que um (só um de cada vez para que ninguém se canse muito!) perca a cabeça e meta mãos à obra. E como mandam as regras, todos ficam sentados na viatura, a admirar, certificando-se de que quem está de ferramenta na mão se está a segurar bem à mesma.
 
São dúvidas SENHOR! São dúvidas, nada mais que dúvidas.
publicado por DyDa/Flordeliz às 00:07
10
Dez 08

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Imagem retirada da internet

 

Quando me perguntam se quero receber publicidade na minha caixa de email a resposta é: NÃOOOOO! (não gosto!)

 

Diariamente estou a ser invadida por emails de empresas chinesas e já me começo a fartar.

As lojas da minha cidade estão feias com tanta quinquilharia de luzes, bonecos, loiças, plásticos, pêlo de gato, pêlo de cão e mais um milhão de "cachaporras" descarregadas como se de um contentor se tratasse.

Claro que só lá entra quem quer, quem precisa, ou quem gosta (não tenho nada com isso se calhar até é um mal necessário!)

Agora, não me entrem pela casa dentro por favor!...

Mantenham-se nas vossas lojinhas a cheirar a sapatos de plástico e de onde saio a correr porque me sinto agoniada com a mistura dos "aromas".

 

Tudo o que é em excesso aborrece...chateia...enjoa 

 

P.S.:  NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO acabou de chegar outrooooo estamos a ser invadidos - FUJAMMMMM isto é grave mesmo!

publicado por DyDa/Flordeliz às 12:25
sinto-me: aborrecida? será?
09
Dez 08

 

Se o amor é um sentimento puro... 

Porque não amamos simplesmente? 

 

 

Respondendo ao desafio  Blog dos blogs

 

 

Spend all your time waiting
for that second chance
for a break that would make it okay
there's always some reason
to feel not good enough
and it's hard at the end of the day
I need some distraction
oh beautiful release
memories seep from my veins
let me be empty
oh and weightless and maybe
I'll find some peace tonight
 
In the arms of the angel
fly away from here
from this dark cold hotel room
and the endlessness that you fear
you are pulled from the wreckage
of your silent reverie
you're in the arms of the angel
may you find some comfort here
 
So tired of the straight line
and everywhere you turn
there's vultures and thieves at your back
and the storm keeps on twisting
you keep on building the lines
that you make up for all that you lack
it doesn't make no difference
escaping one last time
it's easier to believe in this sweet madness oh
this glorious sadness that brings me to my knees
 
In the arms of the angel
fly away from here
from this dark cold hotel room
and the endlessness that you fear
you are pulled from the wreckage
of your silent reverie
you're in the arms of the angel
may you find some comfort here
you're in the arms of the angel
may you find some comfort here
publicado por DyDa/Flordeliz às 21:49
sinto-me: fico melancólica...
música: Angel - Sarah Mclachlan
08
Dez 08

 

A Sra. Dra. Cloudy resolveu fazer uma consulta aqui à "gatita", talvez com a intenção de a desparasitar de maus vícios ou então para um puxão de bigodes se ela se distraísse e metesse a pata na poça.

 

Vamos lá então apontar os meus vícios!

 

Não fumo

Não bebo

Ultimamente ando como o caracol de máquina fotográfica ás costas (não tarda levo com uma hérnia de borla)!

 

Difícil...Difícil...Difícil

 

Para mim vício é aquilo que temos dificuldade em deixar de fazer. Ou então coisas que repetimos quase sem querer.

   

Tenho um feitio complicado e um pouco imprevisível. Portanto, não gosto de rotinas e dificilmente faço as coisas da mesma maneira. 

 

Não gosto de férias programadas (detesto saber para onde vou e quando)

Jantares marcados (fico com vontade de cancelar)

Visitas marcadas com antecedência (gosto do improviso, apareçam simplesmente)

Festas só porque é dia delas (a obrigação não faz o meu género)

Dormir porque chegou a hora (perco o sono)

Acordar porque a hora acabou (chega-me o sono)

Filas de espera (especialmente se há pessoas a falar para serem o centro das atenções)

Levar com gente com um umbigo maior que a minha cabeça (ai gosto mesmo de contrariar e aborrecer)  

E reclamo (até a telha passar) de tudo o que não gosto, só com quem me interessa, acabando por fazer tudo que é preciso e de boa vontade.

 

DESCOBRI!

Não consigo deitar sem ver se o meu filho está aconchegado e a dormir, deixando-lhe um beijinho de amor na testa! (ISTO É UM VÍCIO E EU GOSTO!)

 

Não me apetece colocar ninguém a mostrar os seus pontos fracos. Se forem corajosos podem fazer o favor de se servirem.

  

publicado por DyDa/Flordeliz às 00:30
sinto-me: Viciada?????
07
Dez 08

 

 

Imagem retirada da internet

 

Quando casei, fiquei a viver numa casa por cima da dos meus pais. Era uma bela vivenda e oferecia uma vista magnífica pois era alta e todos os cómodos tinham porta e davam acesso à varanda que a circundava. A cozinha, mesmo virada para as traseiras da rua, também ela tinha varanda e viam-se os campos e uma vinha da quinta de uma fábrica de algodão hidrófilo.

Nesta mesma varanda, quando chovia, a água batia na janela e na porta, o que era desagradável pois molhava tudo. Resolvemos o problema mandando colocar uma janela de correr, que apenas fechávamos quando chovia, resguardando a varanda.
Na época, a minha sobrinha tinha os seus dez anitos e era presença habitual à hora de almoço, pois praticamente vivia em casa dos meus pais e de lá seguia para a escola, o ciclo preparatório.
Pouco antes da uma hora chegava para almoçar, bem como o meu marido que aparecia um pouco depois. Ela comia em casa da minha mãe a correr, para logo de seguida subir as escadas e sentar-se a tagarelar connosco à mesa, fazer-nos companhia e, a maioria das vezes, jogar algum jogo inventado pelo tio “N”.
Achávamos-lhe graça e sempre a mimamos e lhe demos imensa atenção. E ela não perdia por nada estes momentos. Achava piada quando ele a espicaçava, armando-lhe algumas ratoeiras que a faziam delirar.
Eram jogos de nomes, animais, locais, o que ele se ia lembrando enquanto não terminava o almoço para de novo voltar ao trabalho.
Acredito que o “desgraçado” enquanto percorria o caminho do emprego já vinha a pensar o que lhe havia de perguntar…
Recordamos muitas vezes com prazer uma pergunta que um dia lhe fez: “Quem foi D. Nuno’Álvares Pereira? (Inclusive, há aqui perto um colégio com esse mesmo nome.) 
Ela, com ar de reguila, respondeu: “Desculpe tio! Mas eu não costumo ver o telejornal…”
As gargalhadas foram mais que muitas! Pensava a garota que ele falava de algum político da época e que assim se desculparia da falta de conhecimento.
Assim se ia divertindo a miúda e no fundo nós com a sua alegre companhia.
Era norma habitual os meus pais subirem até minha casa e, ao verem o feitor da quinta ao lado, tagarelarem da “tal” janela de correr.
Certo dia, enquanto conversavam, o homem ganhou coragem e pediu para me dizerem para não deitar sacos com os restos da comida para a vinha. Que os arrumava ele, mas seria aborrecido se o patrão dele os encontrasse.
Os meus pais ficaram incrédulos e envergonhados. Não era possível ser eu! Não acreditavam que eu fizesse semelhante coisa.
Chamaram-me e contaram a conversa. Eu fiquei tão furiosa por ele ousar pensar que eu fosse capaz de tal porcaria que foi com alguma dificuldade que falei com ele.
Disse-lhe que se havia lixo visse de onde ele vinha, que eu não era e não admitia que pensasse que poderia ser eu.
E eu ainda mais surpreendida fiquei com a sua resposta segura. “São restos de comida e eu vejo os sacos a caírem e são atirados pela sua janela! E até tenho aqui dois recentes”. Abriu-os e mostrou batatas estufadas num, e no outro tinha um pão embrulhado num guardanapo.
A minha mãe olhou para mim. Eu olhei para a minha mãe e… ”EUREKA”!!!
Fartamo-nos de pedir desculpas ao senhor pois estava coberto de razão.
Os sacos não eram meus. A comida não era minha. Mas a janela era!
A comida era da minha mãe e as mãos que faziam voar os sacos por ela eram da minha “reguila” sobrinha!
Quando não gostava da comida, quando queria acabar mais rápido ou quando não comia o lanche, pegava num saquinho plástico, metia a comida dentro e antes de entrar na minha cozinha, fazia-o voar janela fora e assim ninguém a aborrecia ou obrigava a permanecer na mesa porque o prato ficava limpo.
- Que vergonha a minha! O homem estava convencido que era eu a preguiçosa e despejava o lixo no campo dele…
A miúda foi ameaçada que acabariam os jogos se continuasse a fazer algo igual e vigiada com atenção pela minha mãe. Acredito que ganhou juízo (pelo menos ninguém mais se queixou)!
As crianças são uma doçura. Mas também sabem ser umas pestinhas e matreiras…

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 19:11
06
Dez 08

A preguiça instalou-se no meu cérebro e não me apetece escrever.

 

 

Fim de semana com paz e tranquilidade para todos.

(óh diabo...agora parecia o treinador do Sporting!)

publicado por DyDa/Flordeliz às 02:50
sinto-me: bem disposta, ou será feliz?
música: Amigos para sempre (andrea bocelli&sarah brigtman)
01
Dez 08

imagem retirada da internet:http://www.brianwebbphoto.com/d/475-3/rainy_day

 

Ontem o dia estava frio, chuvoso e ventoso. Em qualquer sítio se ouvia lamentos como “estou gelada” ou “hoje está mesmo muito frio”. Esfregavam-se as mãos, fungavam-se narizes avermelhados, e os pés iam batendo a compasso de marcha militar na tentativa de os manter aquecidos.

Por norma não sou pessoa que ande na rua a queixar-me do frio. No entanto, como me sentia irritada, dei comigo a reclamar para os meus botões: “Sou mesmo ave rara!” Eu sinto-me a ferver!
Sábado de tarde. Final de mês. A chuva caía forte. E eu, sozinha às compras pela cidade, ia percorrendo as ruas de carro. Este é, definitivamente, o tipo de programa que me deixa com um humor “de cão raivoso” pouco recomendável!...
A minha cidade é pequenina e para conseguir um estacionamento em dias ditos “normais” é difícil. Mas este não era um desses dias. Era bem pior! Já contornava pela terceira vez as mesmas ruas e artérias a passo de caracol, à procura de um lugarzinho onde pudesse “enfiar” a viatura, de forma a não incomodar ninguém nem ser importunada pelas autoridades.
Confesso que concluí que, ou voltava para casa e estacionava na minha garagem percorrendo a pé os dois quilómetros e meio de distância, ou deixava de lado o civismo e desenrascava-me enfiando-o onde ele coubesse para resolver o imbróglio. Não me apetecia fazer o papel de mula de carga à chuva, tendo de passar no talho, frutaria, farmácia, e supermercado.
A “coisa” não seria tão complicada se as compras fossem todas no mesmo local ou na mesma rua. Mas infelizmente não são (gosto do comércio tradicional)!
Mas é claro, os gostos têm o seu preço!
O meu foi pago com uma bátega de chuva gelada pela cabeça abaixo, carregada de sacos e com o guarda-chuva que só servia para atrapalhar. Afinal duas mãos não chegam para tudo!….
Hoje, Domingo, o dia foi tranquilo e passado em família junto à lareira. Mas como tudo o que é demais, enjoa. E a inépcia não faz parte do meu feitio.
Quero sair lá fora! Olhar a chuva, ou o sol, ou vento. Ou apenas olhar simplesmente.
Fico com a sensação que estive de castigo, e é com esta impressão que me vou deitar.
Amanhã é feriado. Espero que não esteja tanto frio, ou então, que deixe de chover. Eu preciso de ver gente, olhar a rua nem que seja por alguns instantes.
Sinto-me a abafar cá dentrooooo!!!
Até já detesto a lareira a arder, o calor e o cheiro a lenha queimada!
publicado por DyDa/Flordeliz às 01:30
sinto-me: chata;chata e muito chata
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