a alma da flor
30
Out 08

 

 

"Uma vela nada perde pela iluminação de outra vela."

Recebi por email o apelo de não deixar estas velas apagar.

Resolvi colocá-las aqui esperando que continuem acesas e a iluminar quem por aqui passe. 

publicado por DyDa/Flordeliz às 19:18
sinto-me: iluminada também
29
Out 08

publicado por DyDa/Flordeliz às 21:32
sinto-me: Feliz por ser lembrada!
28
Out 08

 

 

Deixo uns belos exemplares

Para uma boa refeição

Ou uma alegre decoração

 

O tema sobre as abóboras (ou cabaços como chamamos no Norte) vem de uma pequena conversa com o Jorge . De receitas, confesso ele é bem mais entendido, portanto, não deixo nenhuma sugestão nova mas o que descobri sobre as propriedades deste fruto. 
"Grandes, pequenas, ovais...com tonalidades de polpa que vão do amarelo muito claro, quase branco ao laranja bem escuro, a família das abóboras é vasta."

"Baixa em calorias (95% da sua composição é água) e rica em ferro, cálcio, fósforo, potássio, magnésio, zinco, fibra, riboflavina e vitaminas A, C, E e complexo B, a abóbora em fruto, pevides e óleo insaturado oferece também pigmentos carotenóides, tais como alfacaroteno, betacaroteno (uma chávena de abóbora contém 7,8 miligramas) e luteína. O consumo de carotenóides protege o organismo de doenças crónicas (cardíacas e cancerosas) e previne problemas de visão. Segundo o dr. Steven G. Pratt, a abóbora «está repleta de fitonutrientes que mantêm a pele jovem ajudam a impedir os malefícios da luz solar.».
Já recomendado amplamente por Hipócrates, este fruto também é indicado como bom meio diurético e as pevides maduras (verdadeiras sementes) contêm propriedades vermífugas (pepo‑resina e um óleo fixo) que diminuem a capacidade de adesão da cabeça da ténia ao intestino. A polpa é também indicada para as doenças dos rins e do coração que são acompanhadas de hidropisia. Todas as variedades de abóbora são também laxantes e depuradoras de tóxicos intestinais que elevam a pressão arterial. São sempre recomendáveis na tendência para a prisão de ventre e nas hemorróidas."

 

E agora vamos lá...todos a comer abóbora!!!

publicado por DyDa/Flordeliz às 17:06
sinto-me: investigadora
27
Out 08

 

Hoje estavam a ser pintados no C.C. Dolce Vita no Porto

 

As imagens e as cores são chamativas. Os artistas a trabalhar ao vivo é sempre um cenário que cativa.

Uma tentativa "engraçada" diferente de abordar as pessoas que circulam nos centros comerciais para os convencer a comprar o produto publicitado.

Haja imaginação, uma vez que o dinheiro escasseia!

24
Out 08

Foi recebido por email, espero que não fiquem chocados, porque eu também não fiquei!

 

A professora mandou os alunos fazerem uma composição sobre o tema sexo e assuntos relacionados com esse tema. No dia seguinte, cada aluno leu a sua composição:

 A da Joana era acerca de métodos contraceptivos, a do Zé “falava” da masturbação, a Joaquina escreveu sobre rituais sexuais antigos, etc...


Chegou a vez do Luizinho :

- Então Luizinho fizeste a composição que eu mandei?

- Sim Sra. Professora.

- Vá, lê lá então!

E o Luizinho começou a ler alto:

Era uma vez no velho Oeste, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam as 19h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade Semi-deserta. O Sol ofuscava o horizonte, e tingia as nuvens de tons de sangue. De súbito, no horizonte, recortou-se a silhueta de um cavaleiro…

Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou.

O silêncio pesado foi  perturbado pelo tilintar das esporas. O cavaleiro chamava-se Johny! Vestia todo de preto, à excepção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que “prendia” os dois revolveres à cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante por uma poça de água…

   PUM! PUM! PUM!

O cheiro a pólvora provinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Johny. Johny não gostava de cavalos desobedientes!

 Johny dirigiu-se para o bar. Quando estava a subir os três degraus, um mendigo que até ali dormia, tocou na perna de Johny e pediu uma esmola...

   PUM! PUM! PUM!

Johny não gostava que lhe tocassem! Entrou no bar. Foi até ao balcão, e pediu uma cerveja. O barman serviu-lhe a cerveja. Johny provou...

  PUM! PUM! PUM!

Johny não gostava de cervejas mornas! As outras pessoas olharam todas surpreendidas...

   PUM! PUM! PUM!

Johny não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar. Deslocou-se até ao outro lado da cidade para comprar um cavalo.

Passaram por ele um grupo de crianças a brincar e a correr...

   PUM! PUM! PUM!

Johny não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o Senhor Enganou-se no troco...

   PUM! PUM! PUM!

Johny não gostava que se enganassem no troco! Saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o Sol já quase recolhido. O silêncio era pesado.

   FIM

O Luizinho calou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

- Mas...mas...Luizinho...o que esta composição tem a ver com sexo?

Luizinho com as mãos nos bolsos responde:

"- O Johny era fodido..."

 
 
 
publicado por DyDa/Flordeliz às 00:38
sinto-me: parvinha mas passa!
24
Out 08

Finda a agitação da vida activa, atravessada por pequenos passos contínuos e, quem sabe, marcada por contrariedades e pela aspereza do tempo que passa, é ternurento vê-los a esgrimir de forma sadia a vitória de algo tão banal quanto um simples jogo de cartas, num final de tarde soalheiro no parque da cidade.

Nuns dias foram amantes. Noutros amigos. Mas, sobretudo, e ainda hoje, companheiros.

Este quadro fez-me, por momentos, sonhar que também para nós os tempos mudarão, e que bom seria poder puxar o "trunfo" que nos desse a vitória de um dia igual a este...Maior "triunfo" seria ter momentos simples como este.

publicado por DyDa/Flordeliz às 00:25
sinto-me: para o futuro
20
Out 08

 

Hoje acordei como o caracol. Aliás, acho que me sinto mais como a lesma, lenta, vagarosa e com vontade de me arrastar em vez de caminhar.

Este bicharoco ainda colocou os corninhos ao sol. Se eu pudesse metia a cabeça debaixo dos lençois para  a luz não me ferir os olhos.

Mas...

Cá me vou arrastando, cá me vou empurrando, porque o que me apetece não é que posso ou deva fazer!

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 14:50
sinto-me: a rastejar
17
Out 08

 

Deixo uma pequena amostra façam o favor de colher o que mais vos agradar.

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 19:56
sinto-me: florida? talvez...
15
Out 08

 

Acho que... não gosto das horas?!
Passamos grande parte da nossa vida a tentar acompanhar os malditos ponteiros do relógio. Este medidor de tempo que acorda apressado e só parece preocupado em chegar ao último minuto do dia para de novo o recomeçar deixando-nos com um sentimento de frustração. Por mais que nos esforcemos, não conseguirmos acertar com o seu tic-tac ritmado e metódico.
Então hoje apetece-me dizer: Ao diabo com os ponteiros!
Passam dias às vezes semanas que não trocamos informação, não convivemos com os nossos amigos ou não falamos com familiares.
Uma vez mais dá jeito o culpado ser: A limitação que o relógio nos impõe!
As horas não chegam para os afazeres, para recompor do cansaço, para os compromissos. Aos poucos, acabamos por nos isolar e até nos alhear da sua existência. Valemo-nos do facto de termos um contacto ou sabermos onde os podemos encontrar o que de certa forma nos tranquiliza.
No entanto... talvez aconteça com todos?!
Quando sabemos que um amigo ou familiar se ausenta, fica doente ou está frágil, a saudade fica tão grande como a distância. Há uma vontade de ligar nem que seja para ouvir a voz do outro lado dizer: Estou ; Olá!
Como se a ausência nos fizesse estremecer e despertar o sentimento de privação das pessoas de quem gostamos e que tantas vezes nos esquecemos por estar demasiados ocupados ou menos alertas.
DETESTO SENTIR SAUDADE: DE TI; DE TI; E DE TI TAMBÉM!
E como pensar faz perder tempo: Hoje não quero pensar mais, porque me deixa chata! 

                           imagem retirada da internet

Eu também gosto de ser tua amiga!

publicado por DyDa/Flordeliz às 00:45
sinto-me: Chata!
13
Out 08

Recebi este email hoje e na verdade... são 2 ou 3 minutinhos a rir....espero que não levem a mal o "tema"!


Para lerem devagar e imaginarem a cena!...


O Tone adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte.

 
Um dia apaixonou-se.

Quando chegou a altura de pedir a mulher em casamento, pensou:
- Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas.

Pouco depois estavam casados.

Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro o carro avariou. Como estava longe, ligou para a Sofia e avisou que ia chegar tarde pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.

Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e ao sair tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho, foi-se peidando sem parar.

Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.

A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:

- Querido, tenho uma surpresa para o jantar!

Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse.

Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que a Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone.
 
Era a Xuxu...
 
Enquanto ela estava longe, o Tone aproveitou e levantou uma perna e -ppuueett – soltou
um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre!

Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda, e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás.
Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e pprrraaaaaaaa!

Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro se dissipasse.

Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão: as janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés.

Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo.

Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões secas e com molho. De onde a onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu a Sofia a despedir-se da Xuxu e sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e liberdade de expressão.

Alarmado, sentou-se rapidamente, e num frenesim abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs-se, alinhou o
cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente.

Era a imagem da inocência quando a Sofia entrou na sala.

Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, Surpresaaaa!

Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e amarelas sentadas à mesa: Os pais, os sogros, os irmãos e os colegas de tantos anos de trabalho.

Era a festa surpresa de aniversário do TONE!

publicado por DyDa/Flordeliz às 23:09
sinto-me: parva pois então?!...
11
Out 08

Uma amiguinha escreveu este comentário: "Coisas que nos tocam"

(num outro contexto, mas hoje estou imensamente triste e os pensamentos perdem-se em lamentos)

 

Tantas que nos marcam

Tantas que nos maltratam

Tantas que nos prendem

Tantas que nos magoam

Tantas que nos fazem sangrar

Tantas que nos fazem zangar

Tantas que nos fazem barafustar

Tantas que achamos injustas

 

Quantas vezes nos queixamos da vida

Quantas dizemos mal do destino

 

Zangamo-nos com Deus

Chamamos nomes ao Diabo

 

Dizemos mal da sorte

Queixamo-nos do azar

 

Mas NADA nos faz sentir tão pequenos, indefesos e impotentes como a MORTE.

 

Essa sombra matreira que se disfarça e um dia nos faz tropeçar ou então nos leva aqueles que mais amamos ou admiramos.

 

E ficam os "ses", os "porquês", os "talvez se"... A negação em aceitar aquilo que jamais terá retorno.

 

Enquanto há vida (melhor ou pior) tudo se pode tentar solucionar.

 

A MORTE, essa maldita e traiçoeira, essa, NÃO tem solução!

 

À memória do pai da minha amiga, que perdeu a vida esmagado por um tractor  contra um portão enquanto o tentava abrir em sua casa (o que se passou??? só ele sabe e jamais o poderá contar, porque se encontrava só!).

 

 

Espero que se alguém chegar até aqui e tiver familiares a trabalhar com estas máquinas os alerte. Nunca é demais lembrar que por serem máquinas pesadas e circularem em terrenos muitas vezes sinuosos se tornam perigosas. Nunca saiam de casa sozinhos de noite em máquinas como estas.

Não facilite! Ser prudente pode salvar a sua vida!

publicado por DyDa/Flordeliz às 01:16
08
Out 08

 
Duas almas sedentas de saudade, ternura e paixão. A tudo ficam alheios, às vozes, aos passos, ao movimento que os envolve. Falam um dialecto de amor onde apenas o bater do coração não é ignorado.  Há uma urgente e quase incontrolável necessidade de saciar a fome e a ânsia de contacto, como um íman que os mantém unidos...como se naquele momento, os minutos fossem miseráveis de tão poucos, para a necessidade de matarem a vontade de serem um só.
 
Brilha o Sol no horizonte, mas que importa?!...
 
publicado por DyDa/Flordeliz às 19:12
07
Out 08

 

Hora de refeição para a mulher de feições marcadas pelo tempo e para as aves que rodopiavam num ritual que me pareceu reconhecerem como familiar.
As Muralhas Fernandinas do Porto serviam de abrigo ao Sol e aos olhares dos que por ali passavam e admiravam a paisagem sobre o Douro.
Dos vários sacos espalhados em seu redor, ia retirando colheradas de arroz que ora metia à boca, ora atirava ao longe aos pombos e gaivotas que tinham sido convidados para o banquete.
Fiquei observando, tentando adivinhar através dos seus gestos determinados e voluntariosos porque se encontrava só. Aparentava viver na rua. Será que na sua idade, se encontrava apenas na companhia da bicharada?
Não me aproximei. Não me pareceu que apreciasse a minha companhia.
Naquele momento, pela imagem, pareceu-me que era ali que lhe apetecia estar: Só!
A mim, apeteceu-me ser pássaro para que ela me prestasse atenção. Para poder olhar nos seus olhos e tentar entender o porquê. Se é que existe um porquê, ou se é uma opção para viver em liberdade como os pombos e as gaivotas...
Ficarei sem saber pois não perguntei. Mas, possivelmente, nunca me daria a resposta. Talvez os anos tenham passado e já nem se recorde dos porquês que a levaram ao jardim Arnaldo Gama.

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 00:44
05
Out 08

 

"O fungo vive enterrado e só se torna visível com as chuvas de Outono. Nessa época, surge à superfície na forma de cogumelos, junto a árvores que o fungo ataca e mata."

 

Li isto em algum sítio, será que foi esta "coisa" que matou a árvore, ou apenas se desenvolveu porque a mesma já tinha morrido?

Eu pessoalmente gostei do tronco mesmo já sem vida.

publicado por DyDa/Flordeliz às 15:44
04
Out 08

 

 

Hoje foi dia de percorrer ruas da cidade do Porto.

Porque era Sábado decorria a feira da Vandoma. Uma feira "especial" por se dedicar à venda de objectos usados. Roupas, mobiliário, loiças, artigos decorativos, discos, livros...

Não encontrei nada que me enchesse os olhos, no entanto tem de haver compradores, uma vez que a feira tem lugar todas as semanas há mais de vinte anos.

 

"Feira da Vandoma (popularmente pronunciado Bandoma) é uma feira que se realiza nas Fontainhas, freguesia da Sé, na cidade do Porto. Iniciou-se de forma espontânea e constituída, maioritáriamente, por jovens estudantes que vendiam livros e roupas usadas"

 

publicado por DyDa/Flordeliz às 23:21
Outubro 2008
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