a alma da flor
17
Abr 11

Fomos brindados com a VIDA

Sem disso termos NOÇÃO

Nascemos sem CONDIÇÃO

Não escolhemos NAÇÃO

 

Criamos nossa IDENTIDADE

Com aquilo que APRENDEMOS

Crescemos, somos PESSOAS

Trabalhamos pelo que TEMOS

Vivemos em COMUNIDADE

Fomos aceitando as REGRAS

Muitas que nunca ENTENDEMOS

Outras cumpridas às CEGAS

 

Toda a nossa EXISTÊNCIA

Foi feita de APRENDIZAGEM

Há quem as tente QUEBRAR

Vivendo de MANDRIAGEM 

 

Hoje falam-nos de CARÊNCIA

Que a culpa foi da CONCORRÊNCIA

Sem admitir a INCOMPETÊNCIA

Fazem apelos de CONTENÇÃO

Ao longe ouvimos gemidos – FOME DE PÃO

 

Precisavam ser corridos à PEDRADA

Descarados provocaram-nos CEGUEIRA

Encheram-nos a barriga de PROMESSAS

Largam-nos com uma mão cheia de NADA

 

Mentirosos e Corruptos

Oportunistas e ladrões

Grandes amigos do alheio

Só com olhos nos milhões

 

Encheram os bolsos e as sacas

Tachos para amigos e parentes

Almoços, festas e jantaradas

Tudo do bom e mais bonito

Deixam ao povo o débito

De ser crente e pouco expedito 

 

Deixem (não roubem) a esperança

Semeada em cada criança

À pátria um amor sem igual

E honra pelo berço Natal

publicado por DyDa/Flordeliz às 00:41
Olá!

Encontrei este blog por acaso e gosto muito de ler.

Parabéns e continua assim.
Amigo a 18 de Abril de 2011 às 13:37
adorei
lindo flor....
gostei mesmo muito
viva portugal
um não viva aos politicos e ao governo
um não viva ao desemprego
um viva ao trabalho
um bjinho e obrigada...
luadoceu a 18 de Abril de 2011 às 14:20
Em verso só os poetas
Conseguem tamanha proeza
De dizer com tantas letras
A dimensão da pobreza

Pobreza de ideias e valores
de sacanagem e vilania
De senhores que sem pudor
ousam sugar nossa energia.

Tu em quadras contaste
De uma maneira espantosa
As maldades destes trastes
Estas situações vergonhosas.

E que nunca deixes de lutar
Quer em prosa quer em verso
Na esperança que vai continuar
O brilho nos olhos das crianças


Beijos
Manu
Quando tudo é
Existe um Olhar a 18 de Abril de 2011 às 18:01
Assim, cantado, até parece que a dor aumenta.
A dor de nos ter "saído" toda a tralha de medíocres e incompetentes que nos calhou em sorte.
Mas o que é verdade (e pior) é que tens razão!
O teu último verso é o "verso mais".

Beijos (e sorrisos, ainda)
Kok a 19 de Abril de 2011 às 17:55
Faço minhas as tuas palavras, mas acho que já não vamos lá...

Beijinhos
onda_azul a 30 de Abril de 2011 às 18:52
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