a alma da flor
16
Jan 12

Pede-me

Se puder - darei

 

Pede-me

Um desejo

Um afago

Não – resistirei

 

Pede-me

Abrigo

Aconchego

Não – negarei

 

Pede-me

Um doce

Uma lembrança

Não – desdenharei

 

Pede para ti

 

Eu esqueci de - querer

Colher

Sentir

 

Com medo de - enfim

Pedir e receber

 

Dida/Flor

publicado por flordeliz às 23:08
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11
Jan 12

Se um dia me vires tropeçar

Não precisas avisar - saberei!

 

Se um dia me vires tropeçar

Deixa, eu vou descobrir - sentirei!

 

Mais duro do que tropeçar

É sentir um olhar - complacente!

 

Se um dia nossos passos se alinharem mostra-me:

Que não é por aí que devo seguir.

Que de novo posso cair.

Ou como evitar me ferir.

 

Não me mostres o que sou, muito menos o que fiz.

 

Mostra-me o caminho que percorri e onde acreditas me desencontrei – de ti.

Onde devo pisar para não mais me magoar através do teu olhar - inquiridor.

19
Dez 11

Hoje falo de amizade.


Dizem que é uma relação afetiva entre duas pessoas. Um relacionamento que envolve o conhecimento mútuo, afeição e lealdade.
Pois para mim é tudo isso e ainda lhe adiciono respeito, companheirismo e doses de sabedoria.


Falando do que não gosto:
- De ser usada como amiga. Prefiro que me considerem amiga.
Gosto ainda:
De ser lembrada e provocar um sorriso em quem me quer bem. Que me liguem (apareçam) e digam:
- Tinha saudades tuas.
Ou simplesmente:
- Hoje lembrei-me de ti.
Ao falar de amizade, vem-me à memória o elástico usado em criança para brincar.
Quando o fazíamos sem cuidado ou quando o guardávamos sujo ou molhado - pouco durava. Ficava mole e depressa era abandonado ou esquecido.


Amizade também é assim: Há que a usar com ternura, com cuidado, com moderação e ser manuseada com delicadeza. Se a esticarmos demasiado rápido ou por demasiado tempo – cresce; repuxa; e cedo vai terminar flácida, mole até mais não ter préstimo.

Não sei se sou boa amiga, nem sei quando e quanto gosto de alguém. Sei que gosto de gostar em muitas ocasiões - sem quantificar ou qualificar.
Nunca penso estar a agir em nome de uma palavra ou obrigação. Tudo o que faço é porque sinto prazer ou vontade de o fazer. No dia em que for diferente: não será amizade – mas frete!

 

Texto escrito com carinho para a Luadocéu (Carla). Não me candidato ao repto mas não deixarei passar o tema em branco.

17
Dez 11

Mas que raio aconteceu?

Será do cinzento do céu…

Do frio que o vento traz?

 

Mas que raio aconteceu?

Elevando os olhos ao céu…

As nuvens voltam para trás?

 

Mas que raio aconteceu?

Quem afinal se perdeu?

Porque cedo enegreceu?

 

Alguém empurrou o dia?

Foi a noite que desceu?

E mais cedo escureceu?

 

Sombras. Restam sombras.

Frias. Mesmo ensombradas.

Quimeras. De luz e alvoradas.

Manhãs. Pela aurora encantadas.

Sombras. Restam sombras…

 

ByDyDaFlower=Dida=Eu=Florbytes

publicado por flordeliz às 00:41
11
Dez 11

Tentar encontrar a ponta que teima em esvoaçar nestes tempos conturbados.

 

Não tenho sonhos para realizar porque me recuso a sonhar impossíveis de concretizar.

 

Assim peço: saúde; tranquilidade e que algumas vezes esqueçam que existo. Que o facto de ser boa (pessoa) ouvinte, não seja assumido como paciência inesgotável ou disposição para escutar o que nada tem a ver comigo e nada me diz.

 

Acima de tudo, que respeitem o meu espaço, a minha vida e o que resta do meu tempo livre, deixando-me em paz e sossego para - viver.

 

Até porque, os problemas dos outros, os conflitos, não têm e nem precisam ser descarregados na minha pessoa. Não tenho soluções, muito menos tenho aptidões para realizar - milagres.

 

O meu objectivo principal para os dias que restam até ao fim de 2011, é viver com equilíbrio, evitando empurrões e atropelos, até porque nesta época já a paciência está a chegar ao fim da linha também.

 

Já aqui afirmei - Não me dou bem com esta época. Não sei se me convenci deste facto e a vou carregando (arrastando). Ou se Dezembro é mesmo o mês em deveria fazer de urso e - hibernar.{#emotions_dlg.chucha}

 

 

 

 

publicado por flordeliz às 00:55
29
Nov 11

Como se vão apercebendo as minhas fotos são de momentos do dia-a-dia. Sem premeditação ou grande elaboração de cenários ou modelos.

Quando algo me prende os sentidos e a máquina está à mão - sai o clic.

 

No caso desta fotografia despertou-me o lago, o barco em movimento, a envolvência das árvores pintadas de Outono e a beleza das cores (rosa da menina, azul do menino), mas principalmente a destreza e cumplicidade na condução da pequena embarcação, ora sendo a menina nos remos, ora o menino, numa partilha que me pareceu familiar.

 

Estava tão distraída a acompanhar a cena que não pensei a quem pertenciam as "crias" ou mesmo se o "dono" estaria por perto…

 

Tenho uma norma que tento seguir na escolha das fotos na hora de as publicar – primeiro eu gostar - não expor em demasia a identidade se há pessoas que não conheço (tenho ainda mais cuidado, se tratando, de crianças).

 

Óbvio que os pais não sabiam quem sou e muito menos qual o intuito a que se destinavam as fotos e, como tal, não gostaram da minha audácia - nem um pouquinho.

E foi por isso que o pai dos miúdos, parecendo ser uma pessoa atenta e cuidadosa, se aproximou e, com educação, me alertou e demonstrou o seu desagrado.

 

E se na altura fiquei qual criança a quem lhe retiram um doce da boca, compreendi que o senhor tinha toda a razão e direito de o demonstrar.

Como teve oportunidade de expressar: Nunca sabemos qual o fim a que se destinam as fotos e cada vez mais há que proteger e ter cuidado, basta ver o que se passa com a internet. Devemos proteger cada vez mais os nossos filhos. Até porque não sabemos quem está do “outro lado”.

 

Depois de ver as imagens desse dia, fotos que tirei no Bom Jesus em Braga, escolhi ,entre outras, esta porque como dizia a Manu “parece uma cena de um filme de aventuras", para além de que não retirava a privacidade a nenhuma das crianças, e porque pessoalmente gostei da imagem para ilustrar as palavras que tinha escolhido.

Foi com alguma curiosidade que vi o comentário do Jorge:fui eu o único que reparou que há algo de muito errado na fotografia?”.

 

Lá fui ver de novo se a foto estava torta, manchada, ou algo que me tivesse escapado. Bem perguntei o que pretendia dizer com o comentário, mas não fui feliz - fiquei sem resposta!

 

É por isso que me lembrei de vos pedir ajuda.

 

O que há de errado nesta foto?

 

Podem acabar o filme de aventura da Manu.

Ou simplesmente descobrir o erro que o Jorge encontrou na foto ou no enredo da mesma.

 

{#emotions_dlg.blueflower}

24
Nov 11

 
"O dever de cada um não é apenas amar os outros.
É, sobretudo tornar-se digno de ser amado por todos."
Benedito Carlos G. Salgueiro

 

publicado por flordeliz às 20:19
10
Nov 11

O mundo desabou

Não sei quem o derrubou

O mundo desabou

Não vi quem lhe tocou

 

Senti-o estremecer

Não sei se foi vibração

Ou simples oscilação

Ou mesmo - imaginação

 

O mundo desabou

Ou seria um castelo

Construído de areia

Tal qual - uma brincadeira

 

O mundo não desaba

Desabamos nós

Destrancando sentimentos

Soltando lamentos

Quando estamos sós

 

A raiva contida

As lágrimas salgadas

Não enchem oceanos

Quando muito - molham-se panos

 

O mundo continua

A vida também

Encontros, desencontros

Vão e estão - sempre a acontecer

 

O que a vida nos pede

O que a vida nos dá

É uma lição para aprender

E muito pouco a cobrar

 

Vida perfeita

Só no Walt Disney

E em contos de fadas

Pois dos filmes de cowboys

Já nem aí: se encontram heróis!

03
Nov 11

NÃO AGUENTO MAIS O RAIO DA INFORMAÇÃO

 

Podem opinar: Não ligues a Tv.

E então: Não abro também a internet? Não atendo o telefone? Não oiço as pessoas falarem? Tapo-lhes a boca?

Toda a gente suspira e respira crise.

Toda a gente percebe de economia, finanças e politica.

Até a criançada já mete achas em fogueira.

 

É pá! Calma!

Quero morrer de fome, não de antecipação, por não ter o que comer.

 

Que seca - Mesmo com tempo chuvoso!!!

 

 

E agora que desabafei, vou ali ler se o PAPA... já caiu abaixo da cadeira na Grécia.

Numa hora referenda, na outra pensa se referenda, e a seguir, deixa de referendar...

{#emotions_dlg.evil}

publicado por flordeliz às 17:19
27
Out 11

Eu compro uma briga

Um amuo

Uma dor de cabeça

 

Eu compro um mal-estar

Um pesar

Que custa a passar

 

Eu compro o tédio

Sem remédio

Que custa a engolir

 

Eu compro um enfado

Uma chatice

Até mesma uma perrice

 

Eu compro um debate

Um embate

Chocando de frente

 

E no fim de somar

Ainda me sobra dinheiro

E volto a negociar

 

Com os meus cinco euros

Compro lutas perdidas

Escolhendo o vencedor

 

Nunca perdi uma aposta

Nunca me desfiz da nota

Porque sou o vendedor

E também o comprador

 

Inspirada? Não!

 

É mais incomodada:

Por ter sempre os mesmos cinco euros na mão

Medo de saber que os posso perder

Onde os devo esconder sem ser assaltada?!...

 

Porque eu:

Prefiro cinco euros na mão

Que uma mão cheia de nada

 

publicado por flordeliz às 16:51
17
Out 11

  

Rosa,

 

Onde te perdi? De que me esqueci?

 

Que fado é este que me mantém presa a ti...

 

Procurando o que resta?

 

Mas o que nos resta afinal?!...

 

 

Vagueio,

 

na insónia dos meus pensamentos.

 

Descubro,

 

sensações de raiva contida.

 

A voz fica tolhida.

 

Porquê?

 

Não sei!

 

 

Rosa,

 

não quero descobrir.

 

Tão pouco me importa...

 

Saber que afinal,

 

me sobejam espinhos.

 

 

Rosa,

 

tudo se perdeu

 

tudo enfraqueceu

 

a beleza;

 

a brandura;

 

a verdade;

 

mesmo a

 

cumplicidade...

 

Esta, se um dia existiu,

 

cegou na sua própria vaidade

 

 

Rosa,

 

tu mais do que eu

 

acreditaste que - um dia

 

um dia - seria uma eternidade.

 

 

 

13
Out 11

Já me tinha esquecido de que o ser humano é vingativo (tenho má memória ou defendo-me esquecendo do que é feio, mau ou não presta).

 

Tinha-me esquecido que existes.

 

Mas chegaste de novo até mim com falinhas mansas. Começaste por falar em doutores e engenheiros, comendadores e solicitadores para que me recordasse ou sentisse que és pessoa de bem, pessoa bem relacionada - mesmo que continues a viver apenas de expediente.

 

Eu conheço-te. Eu sei como és frio, calculista, maquiavélico e manipulador. Sei que jogas uma cartada escondendo um outro baralho na manga pronto a usar. Sei que guardas e arquivas o que cada um de nós pensa ser normal e que mais tarde usas em teu proveito fazendo com que quem te rodeia pareça lixo de sarjeta, porque não sabemos, ou melhor, não queremos ser como tu - lixo que nunca virá a ser reciclado de tão contaminado que és!

 

Sempre te servi - nunca te respeitei. Sempre cumpri contigo - nunca te admirei. Sempre acatei as tuas ordens - nunca com elas estive de acordo.

 

Tive de esquecer as minhas regras, os meus valores, as minhas convicções. Contigo descobri a falsidade, a mentira, a promiscuidade, a corrupção física e até a intelectual. Para ti tudo era um jogo que acabava de forma combinada por virar sempre em teu proveito.

 

As horas!…

Ai como foram tantas as horas que perdi e roubei a mim e aos meus para te escutar: a vangloriar, a construir castelos sem alicerces, a contar vantagem enquanto ias colocando este contra aquele, e o outro contra os dois, enganando-me, mesmo sabendo que eu não acreditava no que me contavas e que descobriria que farias o contrário do que apregoavas mal virasse costas.

E porquê? Porque és um ser mesquinho. Invejoso. Desconfiado, vil e principalmente - mal formado.

 

As pessoas idolatravam-te porque prometias o que não tinhas. Fantasiavas usando quem te rodeava para que não fosses o único pecador ou então o único responsável pela derrocada.

 

Eu tinha-me esquecido de ti, novamente descobri que saber de ti me continua a fazer mal. Hoje mais do que ontem sei que - continuo sem te respeitar.

 

Nunca saberás que falo de ti. Mas precisava respirar fundo e deixar sair o que durante estes anos me fizeste sentir.

- E o que sinto afinal?!...

  Triste, muito triste por ter encontrado um dia uma pessoa tão feia.

- Eu nunca serei como tu. Nunca.

{#emotions_dlg.confused}

 

 

 

10
Out 11

Mais uma vez venho falar de amigos do alheio e situações caricatas{#emotions_dlg.clown}

 

 

Homem e mulher estacionam viatura frente a drogaria.

Não tendo intenção de demorar, homem deixa chave na ignição, enquanto mulher aguarda dentro do carro.

No entretanto, mulher pensa nos seus pintos e recorda a falta ração. Sai apressada e entra na drogaria também.

Pouco depois regressam os dois, ainda a tempo de ver jovem loura de casaco laranja sair de um outro carro, enfiar-se no deles, e de seguida arrancar, deixando no ar uma bela fumarada.

Por momentos, olham atónicos para um lado... E para o outro... pensando ser engano. Mas não! Era mesmo o seu carrinho, a “voar-lhes das mãos”.  Pouco tempo decorrido desde o insólito que acabavam de passar, têm a "sorte" de encontrar um carro patrulha, com "ditos" polícias, e fazendo sinal, mandam-nos parar, na esperança de que os ajudassem a recuperar o seu estimado veículo.

E é assim, que o homem muito nervoso, começa a explicar o sucedido, em que o ladrão (ladra no caso) seguiu na direcção de V.N. de Famalicão fazia pouco tempo, e…

E...., o polícia interrompe-o calmamente para lhe dizer: "vá apresentar a sua queixa à esquadra." (Diga-se de passagem que o homem se encontrava agora forçosamente apeado e a 10 kms de distância da mesma).

Furioso com a inépcia, e mais que impaciente, o desgraçado barafusta revoltado:

- O senhor está a escutar o que lhe estou a dizer, senhor polícia (grande filho de mãe duvidosa!)?! Por acaso está a prestar atenção?!?!?!?

Eu disse-lhe que acabaram de me roubar o carro! E até lhe indiquei a direcção. E em vez de me perguntar a matrícula, o modelo e a cor do dito para avisar as patrulhas de Famalicão, manda-me para a esquadra apresentar queixa EM PAPEL?... Isso tenho tempo de fazer que o impresso não foge! (quem fugiu foi o carro!) Avise mas é os seus colegas do que lhe estou a dizer!

Toing!!!!! {#emotions_dlg.evil}

 

 

Polícia com excesso de zelo na profissão, não é bom para alguém que acaba de ser roubado.

Talvez mais acção e menos burocracia e as coisas funcionassem menos mal no nosso país, não?

 

 

Pois!...{#emotions_dlg.amazed} Só faltou foi ao Senhor Agente dizer: Não sabe, o senhor, que não se deixa o carro aberto e com as chaves lá dentro?? - Devia ir preso por negligência!{#emotions_dlg.sidemouth}

 

Há horas de{#emotions_dlg.ok}e outras que são horas do{#emotions_dlg.evil}

25
Set 11

Quem não se recorda de ouvir falar de Zé do Telhado, homem que roubava aos ricos para matar a fome dos pobres? Ou do célebre assaltante de bancos - Hermínio da Palma Inácio? Ou ainda de Henrique Galvão, que ficou famoso pelo assalto ao paquete Santa Maria?...

Desde crianças que começamos a ouvir falar em roubos. A caixa das esmolas que ficava vazia. A estação dos CTT que ficava estropiada. As jóias dos mais abastados que mudavam de lugar. Os galinheiros dos mais desprevenidos que ficavam mais depenados. Uma ou outra TV ou aparelhagem de som que deixava de adornar a sala...

Os motivos, esses, sempre foram os mais variados:

A necessidade de suprimir a fome. O desejo de angariar dinheiro para causas políticas. Ter mais olhos que barriga. Ou outros. Mas acredito que, muitas vezes, o principal motivo era o gozo do risco e pôr à prova a capacidade de brilhar. O prazer de contornar a segurança ou vigilância de zonas bem guardadas – museus, bancos, cofres – e tudo isto sem deixar rasto. Não tanto pelo produto do roubo, que muitas vezes ficava abrigado por muitos anos sem poder ser transaccionado, mas pelo prazer de mais uma tarefa superada com muita classe.

Lembrei-me destes “ladrões”, como poderia recordar outros que, não sendo nacionais, foram ainda mais conhecidos e considerados autênticos génios no mundo do crime.

Nos nossos dias, porém, abre-se com honra de primeira página telejornais e internet com notícias sobre os amigos do alheio. Diria eu (apesar de nada entendida no assunto), muito menos sedutores, sem requinte, sem qualidade e sem a sabedoria dos perpetrados outrora. Apenas os conseguem superar em violência e por serem muito mais demolidores, não tanto pelo que levam (excepto nas ourivesarias em que tudo o que há nas montras reluz e é de ouro), porque as lojas não têm grandes valores em caixa, mas pelo que deixam de vestígios e destruição.

Custa-me toda esta incompetência no “serviço prestado”.

Meus amigos: até para se ser ladrão é preciso classe, ética, vaidade e prazer de olhar para trás e avaliar o serviço bem feito.

Deixo uma sugestão: Porque não criar cursos intensivos para assaltantes? Onde não se pode descurar a higiene, as boas maneiras e o serviço limpo, para que se obtenha “carteira profissional”?

Sim! Eu disse PROFISSIONAL!!!

Porque um ladrão a tempo inteiro, e que disso faz carreira, deve ter categoria para desempenhar as suas funções com orgulho e apresentar as suas habilitações específicas como em qualquer outro curso.

Se querem ser respeitados e fazer disso vida, recomendo vivamente acções de formação! Há que abrir novos cursos, novas saídas, novas oportunidades.

A lei da higiene e segurança no trabalho é obrigatória para TODAS as profissões!

Então, "cumpra-se" a lei. "Obriguem" os ladrões a usar o material adequado a cada situação, evitando o risco de acidentes laborais, para que não coloquem em risco a sua vida bem como as dos demais.

Por isso, para começar, sugiro os cursos do IDEP como ponto de partida. Havendo recusa, recomendo uma inspecção do IDICT, autuando os seus cabecilhas e impedindo-os de laborar enquanto a situação não for devidamente regularizada.

Porque, em tudo, é preciso saber o que se faz, fica a sugestão!

 

Maluca?!...

Mas não estamos todos avariados do capacete?!...

Aborrece-me ver e ler sobre os estragos que vão para além dos roubos, posso?

Muito obrigada.

19
Set 11

Porque unidos seremos sempre mais fortes...
E sorridentes - também!

 

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