"Sara e Brian Fitzgerald são pais de duas crianças e formam uma família feliz. No entanto, a vida deles muda para sempre quando descobrem que a sua filha de dois anos, Kate, tem leucemia. A sua única esperança é conceberem outra criança, especificamente destinada a salvar a vida da irmã. O resultado é Anna. Kate e Anna partilham laços muito mais próximos do que a maioria das irmãs: embora Kate seja mais velha, ela depende da sua irmã. Na verdade, a vida dela depende de Anna. No entanto, Anna, agora com 11 anos, diz "não". De forma a obter emancipação médica, ela contrata o seu próprio advogado, iniciando um processo judicial que divide a família e que poderá deixar o futuro de Kate nas mãos do destino..."
Um filme com uma mensagem que é: Impossível ficar indiferente.
Quando devemos aprender a desistir?
Quando devemos deixar de nos centrar na nossa dor, e olhar a dor, dos que connosco vivem e a partilham também?
Uma lição de vida, que vai para além do seu fim.
Afinal, egoísmo pode ser amar demais!
Também eu fui feliz na praia, no meio das gaivotas e do sorriso (mesmo que tenha sido um momento breve de despedida)!....
P.S.: Amigo, obrigada pela sugestão e oferta. Crescemos mais um pouco quando somos confrontados com este tipo de realidade. Nunca tinha parado para analisar. Acredito ser difícil discernir quando nos toca tão directamente na pele.
Foi com paciência (daquela que não foi usada no balneário para resolver o problema) que escutei o longo discurso, repetitivo e de conteúdo balofo de quem "meteu a pata na poça" e agora só lhe apetece chorar sobre "leite derramado", já que nada se vai alterar.
Depois das críticas ao comportamento do Liedson, da sua falta de respeito pelos adeptos num extenso rol de acusações, vem um elogio e um pedido de apoio ao jogador?
Fiquei um pouco baralhada!
Aliás, por momentos, e porque segui atentamente o comunicado (tive a impressão de estar a assistir à leitura de uma escritura no notário), deixei-me levar pela expectativa de uma confissão (revelação) final, de que são amigos do peito (de longa data) e que logo a seguir à pancadaria foram beber um chopinho para terminar com o mal-entendido.
Defendo (SOU ADEPTA) de que, a falar ou a agir em gabinete e pelas vias legais, a coisa teria sido mais correcta e o desfecho com contornos muito mais suaves. Sem especulações, sem confusões e sem necessidade de demissões.
Agora, até me fez lembrar da publicidade «venha ao Pingo-Doce “de Janeiro a Janeiro”», mas não, não foi o caso!...
(Disseste: 70 dias??? Mas isso é imenso tempo!!!... Vai para mais de dois meses!!!...)
Há dias assim! Em que se perde a cabeça e fazemos asneirada.
Esperemos que deste género, comecem a ser cada vez mais raros, porque se não… lá se vai o apoio e o carinho de quem ainda se lembra de um miúdo que tinha jeito para dar uns pontapés na bola e fica apenas a lembrança de alguém que gosta de correr tudo à bofetada.
Futebol é difícil. Muito difícil dentro do campo... e sobretudo fora dele.
Não resisto a comentar a notícia que ouvi ao almoço na Praça da Alegria da RTP, até porque é responsável por me ter engasgado.
Não, não foi a rir (não consegui achar graça!), foi de embasbacamento e porque quase me provocava um ataque de urticária.
A conversa era entre o Manuel Serrão e o Jorge Gabriel. Enquanto o primeiro se mantinha sério, o segundo escangalhava-se a rir criando cenários sobre o novo desejo (birra!) de Paris Hilton - voltar a ser virgem.
Dizia ele: “«Aquilo» nem dá para se fazer controlo de qualidade, pois estraga-se assim que experimentamos”.
Agora que ninguém me ouve, nem vê, posso dar largas aos meus pensamentos.
Esta cabecinha loira (bonitinha segundo dizem) não terá mais nada para fazer na vida, do que olhar para ela mesma? Quer enganar-se durante quanto tempo? Vai fazer voto de castidade? Ou semana sim, semana não, faz uma cirurgia estética para voltar a ser virgem? Se é para não usar, porque não coloca um cadeado e deita a chave fora?
Enquanto no Haiti, isto para falar de temas e desgraças bem presentes, há pessoas que morrem por falta de socorro que as retire dos escombros, de fome, de sede e muitas sem medicamentos., esta “ave rara” está preocupada em dizer ao mundo que quer ser virgem. Como se isso fizesse depender a felicidade de alguém.
Mas o que me irrita mesmo, o que me tira do sério, me deixa “piurça” é que lhe damos tempo de antena, enquanto ela vai vivendo a sua vidinha pintada a cor de rosinha.
Eu sei!...Não tenho nada com isso!
Também sei que não é pioneira nesta “arte de re-virgindar”…
Eu sei que “aquilo é dela”. Mas soltava umas belas gargalhadas se me dissessem que escorregou ou escarrapachou as pernas e “aquilo” foi-se mesmo sem chegar a ter uso!
Fiquei surpreendida quando Sá Pinto assumiu o cargo de director desportivo no Sporting. Não me parecia a pessoa certa ou com o perfil indicado para a tarefa. Sempre que a TV o focava nos jogos me fazia recordar a triste cena de pugilismo com o então seleccionador nacional Artur Jorge e Rui Águas e que o levou entre 1997 e 1998 a ficar impossibilitado de jogar.
Era um jogador que eu admirava dentro das quatro linhas. Fiquei com pena na época que tivesse estragado a carreira sendo ainda muito jovem e numa fase boa da carreira em que parecia estar a sair-se bem, não percebi bem a reacção (se é que se tem de perceber ou desculpar alguém que se desloca propositadamente a um campo para dar uma tareia?!...).
Quem tem sangue quente, quem reage na base do tira teimas e da “lambada” mais dia, menos dia o seu feitio explosivo acaba por o trair. Já deve ser difícil controlar os nervos durante os 90 minutos ainda aguentar a pressão da massa associativa para depois dar uma imagem aos colegas daquilo que nunca conseguiu ser – apaziguador.
Estava aqui a ler sobre a falta de civismo dos condutores em dias de neve, fazendo perigosas utrapassagens e usando descaradamente os corredores para veículos "ditos" prioritários.
Entretanto, acabei por recordar uma viagem uns dias antes deste último Natal.
Já aqui expliquei que não me agrada a época. A confusão nas lojas deixa-me à beira do desespero, a minha rebeldia à “obrigação” das prendas leva-me a adiar até ser movida pela “necessidade moral” de, pelo menos não deixar os mais pequenitos desiludidos pela minha “panca”!
Saímos de casa depois de almoço tendo como destino o Norteshopping, indo pela A3 para ser mais rápido. Porém, logo após a passagem das portagens de Santo Tirso, o trânsito começou a abrandar até seguir a passo de caracol (demorei duas horas para fazer o percurso que normalmente faço em dez minutos) até à portagem da Maia, local onde o trânsito estava condicionado devido a um acidente.
Antes da referida portagem há um posto de abastecimento da Galp. Aceito que quem tem de abastecer a viatura, quando se está a aproximar, se desloque através da via da direita reservada a veículos da polícia, da assistência, ou ambulâncias, visto que esta dá acesso à estação de serviço e não vale a pena adiar o desvio por uns pequenos metros.
Acontece que é de muito mau gosto, para já não dizer que é uma chico-espertice, usar a entrada do posto de combustível para passar à frente de quem está em fila, aborrecido, com tanta ou mais pressa que os que por ali vão passando com o maior descaramento e sem o mínimo de respeito por quem circula no mesmo sentido e em condições idênticas. Se todos fizéssemos o mesmo seria o caos e a bandalheiratotal ficando, ficando ainda pior do que o que já estava.
Gostava de saber que pensamentos passam pelas cabeças pequeninas destas pessoas?
- Acabei de deixar centenas de otários para trás!
- Aquela saída foi ali deixada a pensar no meu desenrascanço?!
- Sou tão esperto(a)…, eu e mais uns tantos como eu, descobrimos como ludibriar quem está parado mais à frente!
- Eu tenho pressa, eles podem aguardar!
Caros condutores: Não sou exemplo para ninguém. Também faço as minhas asneiras na estrada. Não achei (possivelmente quem se apercebeu também não) piada nenhuma à vossa solução. Eu também vou lá abastecer muitas vezes e sei que permite entrar mais à frente. Acontece que, o respeito pelo próximo e a falta de civismo me dão náuseas.
Não sendo pescador, nem tendo conhecimentos científicos só me resta especular sobre a notícia que li. Enquanto uns investigam, outros falam de poluição e outros ainda, aproveitam para ir enchendo as arcas com o que sobeja da jantarada. Eu, vou tentando encontrar versões para o sucedido.
Polvos suicídas deram à costa de Gaia como forma de protesto pelos abanões das ondas gigantes do mar revolto que se fizeram sentir nos últimos dias;
Polvos em greve, deixaram-se comer, sacrificando a sua vida pelos pescadores, que assim, permaneceram mais uns dias sem terem de se fazer ao mar;
Manifestação de Polvos acabou em tragédia nas areias da praia de Valadares;
Animais de cérebro grande e coração de igual tamanho sacrificaram as suas vidas pelos "amigos" humanos, vindo morrer ao pé da porta.
Gosto de entrar no blog da “Milú” e ler o que tem para nos contar. E foi aí, numa das minhas habituais visitas, que me lembrei da minha primeira tentativa de "paviar".
Costumava assistir às aspiradelas e sopradelas do meu pai quando fumava uns cigarros todos branquinhos e muito pequeninos. Muitas vezes fui incumbida de subir a calçada à portuguesa para os ir comprar à mercearia do “Pingas”. Sei que na época ele gostava do Português Suave ou, quando o dinheiro já não era muito, uns que se vendiam avulsos, os Kentucky, que ficavam mais baratos e que ele tinha o cuidado de contar quando eu lhos entregava. Não sei se o fazia para me controlar, se para se controlar a ele, ou mesmo para controlar o tasqueiro.
Ora, em criança, aquilo que desconhecemos, aguça-nos a curiosidade e eu não fui excepção.
Um dia, era ainda bem gaiata e, encontrando-me sozinha lá em casa, sem sono e sem nada para me entreter, resolvi sair, ainda em pijama e descalça como sempre, para a minha aventura na arte de imitar o meu pai a fumar.
O local mais resguardado lá de casa, até porque me poderia trancar, era o espaço "a que chamavam" casa de banho. Na verdade era mais o sítio onde tomávamos banho, porque de casa, apenas tinha o nome.
Como cigarros não os tinha, e coragem para os "fanar" também não, resolvi a questão fazendo um rolinho com um papel acastanhado de embrulho. Armada com a caixa dos fósforos escondida entre a roupa, ali mesmo, puxei do meu cigarrinho e vai de lhe atear o lume, enfiando de seguida a ponta em labareda na boca. De imediato senti o calor a chegar-me às pestanas e ao cabelo. Com a atrapalhação e o espaço diminuto, o lume logo se espalhou pelo laminado do pijama, obrigando-me a sair disparada porta fora, a dar palmadas e sacudidelas aqui e ali, enquanto as chamas iam percorrendo toda a roupa, apagando-se apenas quando o pêlo do felpo terminou. Ficou assim, extinto o incêndio, mas deixou-me o coração a bater como um cavalo tresloucado e as pernas a tremelicar pelo susto.
Há um ditado que diz: “Ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo”.
Eu não sei quem me protegeu, mas lá sorte tive eu de não ter ficado como um frango no espeto e ficarem só as pontas do meu pijama a cheirar a porco queimado. Como não se encontrava ninguém por perto, o assunto terminou mais rápido que uma rajada de vento, o mesmo sucedendo à vontade de repetir a experiência.
Não foi esta “tragédia” que me impediu, na juventude, de dar as minhas “passas”. Nunca me senti muito bem com o cheiro do fumo do tabaco e, por isso, nunca foi grande a tentação.
Agora com a lei que proíbe fumar, a mim sabe-me muito melhor almoçar ou jantar sem engolir o fumo das mesas do lado. No entanto, compreendo que também sabia muito bem a quem gostava de fumar o seu cigarrinho, no fim do jantar ou do café.
Em 2010 o tema continua a ser CRISEmeus amigos. De quê? De tudo!
Falta de emprego, de expectativas, iniciativas, falta de competência, falta de valores, de bom senso.
Neste momento em Portugal a única coisa que vai abundando é água (chove a potes) . Isto, e os contos e ditos sobre corrupção e maldizer entre políticos.
E foi com este cenário de crise que me deparei com a notícia de que Ruth Marlene se despiu por 800 € para a capa da Playboy.
Se me surpreendeu? Não!
Se me chocou? Não!
Se para ela o preço é justo... se para a Playboy é o valor possível a pagar!....
Quem sou eu para criticar, se nem compro a revista!?!
Então a revista ou a sua capa tem valor apenas se for pago um cachet chorudo? Ou é o trabalho apresentado que deve ser analisado?
Eu, não aceitaria 800€ para ser capa de revista (eles também não estariam dispostos a pagar é certo)!
Mas se à Ruth o dinheiro (mesmo nós achando ser uma quantia miserável para tamanha exposição) serviu para alguma coisa (nem que seja ao ego de vedeta), eu não tenho nada, mas mesmo nada, a ver com o assunto.
E dito isto: Dispa-se quem lhe apetecer e olhe quem for curioso.
Aquele menino de pele imaculada que usava uma pobre fralda é a imagem que ainda guardo e associo ao Natal.
O MENINO JESUS que, despojado de bens materiais, enchia nesta época o imaginário infantil, com poderes para satisfazer sonhos e pedidos tão simples como guloseimas, bolas, bonecas e carrinhos.
Em todas as casas montavam-se presépios com musgo apanhado nos montes e um ramo de sobreiro enfeitado com bolas, peixes, gatos e galinhas de chocolate, provocando-nos sempre que por ele passavamos uma enorme tentação.
Podiam faltar ovelhas, o padre partir uma perna ou o pastor um braço, mas no presépio o menino Jesus, esse, era desembrulhado do algodão onde fora cuidadosamente guardado para poder resistir para o ano seguinte sem mácula, sendo colocado com mil cuidados sobre uma manjedoura de palha, símbolo da privação e simplicidade de onde e como nasceu.
Mas isto… era no meu tempo! Eu cresci. E quase sem dar por isso, esta figura delicada e ternurenta, foi substituída pela de um velhote anafado e barrigudo, vestindo roupas de um vermelho garrido, quentes e um belo par de botas. Chamaram-no de PAI NATAL. Apareceu transportado por dois pares de renas soltando com pretensão ho-ho-ho por onde vai passando.
É esta a figura que todas as crianças reconhecem e ligam à época natalícia, mas que, pela figura imponente, ainda vai assustando os mais tímidos e os mais pequenitos. No entanto, todas as crianças são tentadas a vencer o medo, conquistadas pelo enorme saco que o acompanha e que simboliza a distribuição a granel de presentes para as festas onde é convidado.
Enquanto eu vou ficando mais velha, o Natal vai sofrendo alterações e inovações.
O Pai Natal deixou de ir com “o Coelhinho e o Palhaço, de comboio, ao circo”.
Vi nascer e crescer uma “hipopótama” gordinha chamada POPOTA. Este ano, foi transformada numa fêmea de linhas elegantes e sedutoras. Deve ter feito tratamentos no consultório do Dr. Póvoas, ou então passou pela Dermoestetica fazendo lipoaspiração.
Apareceu a avestruz Leopoldina e, até esta, este Natal, sacudiu as penas e enfiou-as numa roupa tipo “Lara Croft”, combatendo os “maus da fita”.
Mas o que mais me surpreendeu foi o Pai Natal, pela ousadia na montra de uma loja do NorteShopping.
O velho “gorduxo” despojou-se de preconceitos, mostrando a banha ao retirar a roupa e dedicando a quem por ali passa um sorriso travesso, bem como um búm-búm rechonchudo.
Confesso que, por momentos, fiquei um pouco confusa e na dúvida voltei para admirar os seus dotes físicos.
Portanto, posso confirmar: O PAI NATAL está NU no Norte (Shopping).
Um casal viajava de carro numa estrada do interior há vários quilómetros, sem dizerem uma palavra. Uma discussão anterior levou-os a um impasse e nenhum deles queria dar o braço a torcer.
Quando passaram por um grupo de mulas, cabras e porcos, o marido perguntou sarcasticamente:
- Parentes teus? - Sim, disse a mulher.
-São os meus sogros e os meus cunhados!
Claro que há anedotas para homem ficar bem na foto, mas essas, li e não achei graça nenhuma
Eram dois pescadores gêmeos. Um casado e o outro solteiro.
O solteiro tinha uma lancha de pesca já velha.
Um dia, a mulher do casado morre.
E como desgraça nunca vem só, a lancha do irmão solteiro afunda-se no mesmo dia.
Uma senhora, dessas velhotas curiosas e fofoqueiras, soube da morte da mulher e resolve dar os pêsames ao viúvo, mas confunde os irmãos e acaba por se dirigir ao irmão que perdeu a lancha.
- Eu só soube agora. Que perda enorme. Deve ser terrível para você.
O solteiro, sem entender bem, explicou:
- Pois é. Eu estou arrasado. Mas é preciso ser forte e enfrentar a realidade. De qualquer modo, ela já estava muito velha. Tinha o traseiro todo arrebentado, fedia a peixe e vazava água como nunca vi.
É verdade que ela tinha uma grande racha na frente e um buraco atrás que, cada vez que eu usava, ficava maior. Mas eu acho que o que ela não aguentou foi que eu a emprestava a quatro amigos que se divertiam com ela. Eu sempre lhes disse para eles irem com calma, mas desta vez foram os quatro juntos e isso foi demais para ela...
A velhinha desmaiou!!!
(Não fui eu quem inventou a história, não fui não!)
Mas conheço esta:
«Quando alguém num funeral dá os "parabéns" em lugar dos "pêsames"?!?!?!
Eu já ouvi! Acreditem, é difícil segurar o riso mesmo que a hora seja de tristeza...»
Confissões de criança! Ou será, impaciência de adulto?
O Joãozinho achou tão excitante o que tinha visto que não se conteve e correu para casa contar à mãe.
- Mãe! Mãe! Eu estava no pátio da escola, quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia Lídia. Fui atrás para ver. O pai estava a dar um grande beijo na tia Lídia. Depois ele ajudou-a a tirar a blusa, depois a tia Lídia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia Lídia...
Nesse ponto, a Mãe interrompeu-o e disse:
- Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que vais guardá-la para contar à hora do jantar!...
Quero ver a cara do pai, quando lhe contares tudo isso, à noite.
Ao jantar, a mãe pediu ao Joãozinho para contar a história.
- Eu estava a brincar no pátio da escola quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia Lídia. Corri para ver. Ele estava a dar um grande beijo à tia Lídia. Ajudou-a a tirar a blusa e a tia Lídia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia Lídia e o pai começaram a fazer as mesmas coisas que a mãe e o tio Jacinto faziam, quando o Pai estava na tropa!
A Mãe desmaiou!
Moral da história: Ás vezes, é preciso ouvir toda a história, antes de a interrompermos...
Uma jornalista, detentora de uma história bombástica que prejudica a imagem do Governo, é perseguida por se recusar a indicar o nome da fonte que lhe forneceu a informação.
É punida por saber mais do que o Estado está disposto a autorizar que venha a público, encobrindo erros ou falhas.
Um julgamento onde a lei pactua e beneficia o Governo (esquecendo a defesa do direito do cidadão), mudando as regras de forma a proteger sempre o mais forte. A retaliação e destruição da vida de uma pessoa que se recusa a abdicar de lutar debatendo-se pelos valores que dignificam a sua profissão.
Um filme envolvente, com um final, para mim, diferente.